#
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
Jacuipense elimina Ceilândia nos pênaltis e avança na Copa do Brasil
O Jacuipense garantiu sua permanência na Copa do Brasil ao superar o Ceilândia na noite desta quarta-feira, 25 de fevereiro. Em partida disputada no Estádio Abadião, as equipes empataram por 1 a 1 no tempo regulamentar, resultado que levou a decisão da vaga para as cobranças de penalidades máximas. O Jacupa venceu a disputa por 4 a 1.
O desempenho do goleiro Marcelo determinou o rumo das cobranças. O arqueiro do Jacuipense deteve as duas finalizações iniciais do Ceilândia, o que estabeleceu uma vantagem imediata para os visitantes. Os batedores do Leão do Sisal converteram as quatro tentativas realizadas, o que encerrou a disputa sem a necessidade da última rodada de cobranças programada.
A classificação para a terceira fase da competição nacional assegura ao Jacuipense uma cota de premiação no valor de R$ 950 mil. O montante será integrado ao orçamento do clube para a continuidade das operações na temporada atual. A agremiação aguarda agora o desfecho do confronto entre Cuiabá e o representante de Santa Catarina para conhecer seu próximo adversário no torneio.
No próximo domingo, a equipe entra em campo no Estádio do Barradão para enfrentar o Vitória. O duelo define um dos finalistas do Campeonato Baiano. O vencedor desse confronto disputará o título estadual contra quem avançar da semifinal entre Bahia e Juazeirense, agendada para o sábado.
Paulo Azi diz ser possível construir um consenso sobre o projeto da jornada 6x1 para votação no primeiro semestre
Apesar de ser um tema polêmico e que divide opiniões no Congresso, o ano de 2026 é sim o momento e há maturidade na sociedade para se discutir com profundidade a mudança na jornada de trabalho do país. A opinião foi dada nesta quarta-feira (25) pelo deputado federal Paulo Azi (União-AP), escolhido pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para ser o relator da chamada PEC 6x1, que muda a jornada semanal dos trabalhadores.
Em entrevista à Jovem Pan, o deputado baiano afirmou que à frente da relatoria do projeto, vai trabalhar para fechar um texto que atenda às necessidades do país e encontre maioria na Câmara. Azi vai relatar o projeto na Comissão de Constituição e Justiça, presidida pelo deputado Leur Lomanto Jr. (União-BA).
“A gente vai ver o que a sociedade pensa, o que os partidos pensam. E aí, vamos tentar construir um texto que tenha, pelo menos, um consenso mínimo na sociedade e uma maioria consolidada no parlamento”, disse Paulo Azi.
O deputado Paulo Azi disse entender ser a mudança de jornada um tema delicado, mas afirmou que há espaço para avanços dentro do prazo idealizado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta, de votar a proposta ainda no mês de março na CCJ.
“Hugo Motta me fez um convite para ser o relator da pauta. Sei que é um tema muito delicado; tem setores da sociedade que são a favor, outros que são contra”, disse o deputado. “Mas eu acho que é o momento e que o país tem maturidade suficiente para enfrentar o tema. Eu acho que há espaço para avanço”, acrescentou Paulo Azi.
Questionado sobre declarações de Antônio Rueda, presidente do União Brasil, que disse ser contrário ao projeto e que trabalharia para postergar a votação na CCJ, Paulo Azi afirmou não ter ouvido as declarações de Rueda, e manteve sua posição de ouvir todos os lados para tentar construir um texto de consenso sobre o tema.
Depois que o tema começou a tramitar na Câmara, confederações que representam segmentos econômicos passaram a publicar estudos advertindo para o impacto da medida sobre os custos de empresas. Um levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) projeta que a redução da jornada de trabalho pode gerar um impacto bilionário para as empresas.
O estudo da CNI diz que o fim da atual escala pode elevar entre R$ 178,2 bilhões e R$ 267,2 bilhões por ano os custos com empregados formais na economia. Esse número equivale a um acréscimo de até 7% na folha de pagamentos.
A projeção da CNI considera dois cenários para a manutenção do nível de horas trabalhadas: a realização de horas extras aos empregados atuais ou a contratação de novos trabalhadores.
Para o deputado Paulo Azi, há formas de remediar esses efeitos, como a desoneração da folha de pagamento ou incentivos fiscais.
“Você tem setores da nossa economia que são muito intensivos em mão de obra, em que o peso da mão de obra no custo de produção daquilo que eles ofertam é muito grande. E a redução, que ainda nós não sabemos em que nível vai se dar, vai impactar de forma muito mais forte em relação a outros setores”, afirmou o deputado Paulo ao jornal Estado de S.Paulo.
Por essa razão, disse Azi, o governo deverá ter protagonismo na discussão da pauta. “A participação do governo é fundamental. Ele pode oferecer alternativas e soluções consensuais para que esses setores possam ser de alguma forma também protegidos, para que a conta não fique só para eles”, concluiu Azi em fala ao Estadão.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
Erick celebra primeiro gol sob comando de Jair Ventura no Vitória: "Ele estava me cobrando bastante"
O gol que abriu o placar no Vitória teve significado especial para Erick. O atacante balançou as redes pela primeira vez sob o comando de Jair Ventura, alcançando o quarto gol desde o retorno ao clube e o primeiro na temporada 2026. O tento veio no último domingo (22), na vitória por 3 a 0 sobre o Galícia, no Barradão, pela última rodada da primeira fase do Baianão 2026.
Após a partida, o jogador destacou a importância do momento e a influência direta das cobranças feitas ao longo da semana.
"Feliz pelo gol. O Jair estava me cobrando bastante porque ainda não tinha feito gol com ele. Graças a Deus eu consegui fazer hoje. Acho que a equipe fez uma grande partida. Estávamos pecando um pouco ali no último terço do campo. Jair cobrou muito a gente durante a semana", contou.
Erick também comentou a mudança de função durante o jogo, especialmente após a entrada de Marinho, destacando o entrosamento com o companheiro.
"O Marinho é um grande jogador. Sou muito fã dele. Quando ele entrou no jogo o Jair pediu para eu fazer a função de lateral direito e conseguimos entrosar", explicou.
Ao abordar o pênalti desperdiçado por Marinho, o atacante demonstrou apoio e atribuiu o momento à ansiedade natural.
"É um pouco de ansiedade para que ele faça logo o gol. Quando eu cheguei também fiquei um pouco ansioso. Demorei pra fazer o gol, mas tenho certeza que ele (Marinho) vai ajudar a gente ao longo do ano", avaliou.
Por fim, Erick voltou a enfatizar o peso emocional do gol e projetou a sequência da competição. Para ele, a chegada das fases decisivas do Baiano contribuem para que ele possa retomar a boa fase.
"Tava me cobrando bastante. Graças a Deus saiu hoje. Aconteceu no momento certo. Estão chegando as fases decisivas do campeonato e, se Deus quiser, vamos conquistar nosso objetivo", concluiu.
Com a classificação garantida, o Vitória agora direciona as atenções para a semifinal do Campeonato Baiano. O duelo será diante do Jacuipense, no Barradão.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
Pesquisa revela que mais de 60% dos evangélicos se sentiram ofendidos com desfile da Acadêmicos de Niterói
Uma pesquisa realizada pelo instituto Ideia revelou o tamanho do incômodo do segmento evangélico da população brasileira com o desfile realizado no último domingo (15) pela escola de samba Acadêmicos de Niterói. Na homenagem feita ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Sambódromo do Rio de Janeiro, a agremiação apresentou uma ala chamada “família em conserva”, que fazia a representação de pessoas evangélicas dentro de latas em conserva.
Segundo a pesquisa, 61,1% dos entrevistados consideraram que os evangélicos foram retratados no desfile de forma preconceituosa, além de enxergar ofensa à liberdade religiosa. Outros 11% dos entrevistados entenderam a ala como uma crítica artística legítima, algumas com referência religiosa. Já 8,7% veem como uma sátira aceitável, e 19,2% não souberam opinar.
Em outro recorte da pesquisa do Instituto Ideia, um total de 48,3% dos entrevistados avalia que o desfile da Acadêmicos de Niterói gerou um aumento da polarização religiosa e política ou normaliza a discriminação simbólica. Por outro lado, 38,2% acreditam que a ala provoca reflexão crítica ou amplia o debate público, e 13,4% afirmam entender que o desfile não gera impacto relevante.
Os dados da pesquisa Ideia revelam também que três quartos do segmento tomaram conhecimento da ala. Segundo a pesquisa, apenas 23,9% dos evangélicos não viram ou ouviram falar sobre, enquanto 19,1% assistiram ao desfile ou vídeos dele e 45,9% entraram em contato por reportagens ou postagens nas redes sociais.
Mais de um terço dos evangélicos (35,1%) também acreditam que a reação seria mais intensa caso outro grupo religioso fosse retratado daquela forma, enquanto 14,8% pensam o contrário. Já 29,3% afirmam que seria igual, e 20,9% não sabem.
As entrevistas do Instituto Ideia foram realizadas pela internet no dia 18 de fevereiro, com 656 pessoas que se autodeclaram protestantes ou evangélicas de 315 municípios. A margem de erro é de 3,8 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Veja como fica a aposentadoria do vigilante no INSS e na Justiça após STF negar o direito
O STF (Supremo Tribunal Federal) negou a aposentadoria especial do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) a vigilantes com ou sem arma de fogo sob o entendimento de que a profissão não se enquadra no benefício especial por risco, destinado a órgãos de segurança pública listados na Constituição.
O julgamento -realizado no plenário virtual entre os dias 6 e 13 de fevereiro- derrubou a possibilidade de enquadrar a atividade como perigosa mesmo para quem usa arma de fogo.
Há pontos que ainda deverão ser debatidos pelos ministros, como o que acontece com as ações na Justiça e se segurados que ganharam o direito ao benefício por meio de tutela antecipada vão ter de devolver dinheiro. É preciso, no entanto, esperar a publicação do acórdão, que é a tese final.
Advogados especializados em Previdência Social afirmam que a tese, julgada sob o tema 1.209, está "enterrada", e não há mais como obter esse benefício após 1995, ano em que foi aprovada lei que acabou com a lista de profissões com direito ao tempo especial, incluindo vigilantes.
O argumento do INSS foi de que o benefício especial a essa categoria é inconstitucional e traria impacto de R$ 154 bilhões aos cofres públicos em 35 anos.
O QUE ACONTECE AGORA?
É preciso esperar a publicação do acórdão do julgamento para entrar com recurso. O segurado que ingressou com a ação que chegou ao Supremo pode apresentar embargos de declaração, recurso que serve para esclarecer algum ponto que ficou obscuro no julgamento ou esclarecer omissão ou contradição.
Os processos que estavam parados na Justiça devem voltar a andar, mas apenas quando o caso chegar ao final de o STF determinar o fim do sobrestamento. Além disso, o INSS poderá entrar com ações rescisórias cobrando valores já pagos a segurados que conseguiram a tutela antecipada. A expectativa, porém, é que isso não ocorra.
"O Supremo tem um posicionamento bem conservador nesta questão de não ter de devolver. Isso já aconteceu no processo da desaposentação e na revisão da vida toda. Acredito que quem esteja recebendo a tutela não tenha que devolver", afirma a advogada Adriane Bramante, especialista em aposentadoria especial e que participou do julgamento em nome do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário).
O andamento dos casos só ocorrerá após a publicação da tese final e da definição a respeito dos recursos que podem ser apresentados. Assim que houver a publicação do último acórdão, o INSS poderá cortar o benefício especial de quem tinha tutela antecipada e refazer os cálculos para a concessão da aposentadoria comum a esses profissionais.
QUEM PODE RECORRER DA DECISÃO?
O segurado que entrou com a ação que chegou ao Supremo e mesmo o IBDP, que participa como amicus curiae -amigo da corte- podem entrar com esse recurso. A tendência é solicitar aos ministros que decidam pela não devolução, como já ocorreu em outras ações. "Até porque tinha julgamento no STJ [Superior Tribunal de Justiça] garantindo esse direito", diz Adriane.
A advogada se refere ao tema 1.031 no STJ, julgado como favorável aos segurados. Em 2021, o tribunal superior entendeu que, se comprovada a exposição à periculosidade, é possível contar o tempo de atividade como especial, com ou sem arma de fogo.
João Badari, do escritório Aith, Badari e Luchin diz que os embargos de declaração devem esclarecer alguns pontos não tratados pelos ministros, e não vê possibilidade de mudança no entendimento da corte. "Eu acho que uma mudança nesse julgamento é extremamente remota. Isso possivelmente vai ser consolidado pelo Supremo."
O QUE ACONTECE COM QUEM TINHA AÇÃO NA JUSTIÇA?
Quem tinha ação na Justiça terá o direito ao benefício negado. "O juízes de primeira instância e os tribunais são obrigados a seguir o posicionamento do Supremo. Foi tomado como tema, então vale para todos os processos, inclusive os que estavam suspensos", diz Badari.
O segurado que teve a aposentadoria especial concedida por meio de tutela antecipada terá o benefício recalculado pelo INSS. Isso significa que, caso tenha cumprido as exigências mínimas, poderá seguir aposentado, mas com a aposentadoria comum.
Se ainda não atingiu as condições mínimas para ter a aposentadoria, vai perder o benefício que recebia.
O INSS tem ainda o direito de entrar com ação rescisória cobrando o que já pagou, mas os especialistas acreditm que não fará isso.
VIGILANTES PERDEM O DIREITO À APOSENTADORIA ESPECIAL?
Segundo Adriane Bramante, o direito à aposentadoria especial para vigilantes existe somente até 1995, quando vigorava lista de profissões garantindo tempo especial a algumas categorias. Depois disso, a lista deixou de existir e o enquadramento passou a ser por exposição a agentes nocivos à saúde, sejam físicos, químicos ou biológicos.
"Hoje, com a decisão, o vigilante se enquadra como especial até 1995. No INSS, tem que ter arma de fogo", explica Adriane, lembrando que, para vigilantes sem arma de fogo, a aposentadoria especial só era concedida na Justiça, após decisão do STJ de 2021. Essa decisão, no entanto, caiu.
"De 1995 para cá não enquadra mais. Nem o projeto de lei complementar, o PLP 245 de 2019, nem o 42 de 2023 fazem mais sentido, porque mesmo que se reconheça a periculosidade por lei, seria um reconhecimento após a emenda constitucional de 2019. E esse buraco de 1995 até 2019? A gente tem agora uma decisão do STF que não reconhece mais", explica.
COMO FOI O JULGAMENTO?
Por 6 votos a 4, o STF negou o direito à aposentadoria especial a vigilantes. Os ministros Gilmar Mendes, Cristiano Zanin, Luiz Fux, Dias Toffoli, André Mendonça seguiram entendimento de Alexandre de Moraes, de que não há o direito ao benefício especial conforme precedente já definido em caso semelhante na corte.
Já Kassio Nunes Marques, relator do caso, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Edson Fachin defenderam a concessão da aposentadoria especial à categoria, desde que comprovado o risco da atividade e a periculosidade.
O QUE DIZ QUEM É A FAVOR DA APOSENTADORIA ESPECIAL PARA VIGILANTE?
Para Nunes Marques, a atividade pode ser reconhecida como especial, com ou sem uso de arma de fogo, por causa dos riscos e de possíveis prejuízos à saúde mental e à integridade física do trabalhador, tanto antes quanto depois da reforma da Previdência de 2019. Ele propunha tese neste sentido.
O QUE DIZ QUEM É CONTRA PARA A APOSENTADORIA ESPECIAL PARA VIGILANTES?
Para Moraes, o Supremo não deve aprovar o direito ao benefício mais vantajoso porque a corte já afirmou que não há risco inerente na profissão ao julgar processo semelhante envolvendo guardas municipais. Outro ponto levantado por Moraes é de que aprovar a aposentadoria especial a vigilantes abriria precedentes para pedido de benefício especial por outras categorias.
O QUE MUDOU PARA VIGILANTES APÓS A REFORMA DA PREVIDÊNCIA DE 2019?
A reforma da Previdência de 2019 retirou a periculosidade da Constituição como fator para caracterizar atividade especial. Mas, mesmo antes das mudanças, esse ponto era controverso.
A advogada Adriane Bramante afirma que, no artigo 202 da emenda de 1988, havia o direito de se aposentar com menos tempo de contribuição em casos de atividades "que prejudiquem a saúde ou a integridade física", conforme a redação original. Em 2019, a emenda constitucional 103 retirou a expressão "integridade física".
"A periculosidade é a iminência do risco, uma possibilidade sempre presente de um evento violento que interrompe a integridade do trabalhador. Essa atividade de vigilante submete o profissional a roubo e a violência física. Além disso, pode causar morte", disse em vídeo aos ministros do STF.
O QUE É A APOSENTADORIA ESPECIAL E QUEM TEM DIREITO?
A aposentadoria especial é um benefício concedido ao segurado que trabalha em condições prejudiciais à saúde ou à integridade física. Ela é devida a quem tem carteira assinada pelo regime da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), ao trabalhador avulso e ao contribuinte individual caso seja filiado a cooperativa de trabalho ou de produção. A exposição aos agentes nocivos precisa ocorrer de forma permanente.
Na prática, é um benefício que antecipa a aposentadoria de trabalhadores que têm sua saúde comprometida por estar em área prejudicial. Essa antecipação funciona como uma proteção ao profissional. Há o direito de se aposentar com 15, 20 ou 25 anos de contribuição ao INSS, dependendo do grau de exposição. Após a reforma, será preciso ainda comprovar idade mínima.
Antes da reforma da Previdência, não havia idade mínima para essa aposentadoria. Os trabalhadores que atuavam em áreas consideradas como de baixo risco (como profissionais da saúde, químicos, serralheiros, vigilantes, entre outros) precisavam contribuir por 25 anos de trabalho nesses setores e podiam se aposentar com qualquer idade. Os demais, em atividades como mineiros de subsolo ou exposto a amianto, precisavam de 20 anos de contribuição e, no caso do mineiro de subsolo, 15 anos.
Após a reforma, há duas possibilidades de aposentadoria. Para quem já estava no mercado de trabalho, é preciso atingir uma pontuação mínima, que combina a idade com o tempo de contribuição. Já para o trabalhador que entrou no mercado após 13 de novembro de 2019, a aposentadoria só é possível após completar idade mínima e tempo mínimo de contribuição.
Outra mudança também diz respeito ao tempo especial. A conversão do tempo especial em comum só pode ser feita para atividades até 13 de novembro de 2019, data de entrada em vigor da emenda constitucional. Depois disso, não há mais conversão.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
Ancelotti celebra imersão no Carnaval e destaca adaptação à cultura brasileira: "Me deixou ainda mais impressionado"
O técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, concluiu sua incursão oficial pela maior festa popular do país. Em comunicado divulgado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) na última quarta-feira (18), o treinador italiano detalhou sua experiência em um roteiro que percorreu Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro. Para o comandante da Amarelinha, a jornada foi um passo fundamental em seu processo de adaptação ao Brasil.
"Foi especial conhecer a aproveitar o Carnaval no Brasil. Desde que cheguei à Seleção tenho procurado me envolver com a cultura brasileira e entender mais sobre este país onde escolhi viver e trabalhar. O Carnaval é uma das maiores manifestações populares do mundo e me deixou ainda mais impressionado com a força e a alegria do povo brasileiro", relatou o técnico.
A passagem pela Bahia foi marcada por uma ação estratégica no Circuito Dodô (Barra/Ondina). Convidado pela Brahma, patrocinadora da Seleção, Ancelotti acompanhou a performance de artistas como Bell Marques e Léo Santana. Durante a passagem do trio, a multidão estendeu um bandeirão em homenagem ao treinador, que retribuiu o carinho ao interagir com o público e os músicos.
"É um prazer te conhecer, você canta muito bem. Obrigada Salvador! Está liberado acreditar [na conquista da Copa]", declarou Ancelotti, ao cantor Léo Santana.
Léo aproveitou o encontro para exaltar o Mister e sua importância no projeto rumo ao hexacampeonato, sem deixar de lado o tom descontraído característico da folia.
"Me sinto honrado de estar aqui com você ao lado dessa multidão. Tenho muito orgulho de ser brasileiro, tenho uma fé inigualável. Para a gente é uma honra ter você em nosso carnaval e ter você trazendo toda sua experiência e maturidade para a nossa Seleção. Ah, e um recado, Ancelotti: coloca o Neymar nessa Seleção pelo amor de Deus. É só um pedido de fã, desculpa, eu não podia perder essa", brincou o cantor.
Aos risos, o técnico respondeu de forma diplomática: "Obrigada pelo conselho".
A agenda do treinador não se limitou ao Nordeste. Em São Paulo, Ancelotti marcou presença nos desfiles do Anhembi, onde o foco foi o resgate da memória vitoriosa do futebol nacional. O italiano reencontrou ex-jogadores que fizeram parte da campanha do pentacampeonato mundial em 2002.
A turnê carnavalesca foi encerrada no Rio de Janeiro, com uma passagem pela Marquês de Sapucaí, completando o ciclo de imersão nas três maiores vitrines do Carnaval do Brasil.
-
O Dia do Ferroviário é comemorado no dia 30 de abril . Essa é uma homenagem a todos os que trabalham em estradas de ferro. A escolha...