sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Pesquisa revela que mais de 60% dos evangélicos se sentiram ofendidos com desfile da Acadêmicos de Niterói

                                                                   


                

Uma pesquisa realizada pelo instituto Ideia revelou o tamanho do incômodo do segmento evangélico da população brasileira com o desfile realizado no último domingo (15) pela escola de samba Acadêmicos de Niterói. Na homenagem feita ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Sambódromo do Rio de Janeiro, a agremiação apresentou uma ala chamada “família em conserva”, que fazia a representação de pessoas evangélicas dentro de latas em conserva.

 

Segundo a pesquisa, 61,1% dos entrevistados consideraram que os evangélicos foram retratados no desfile de forma preconceituosa, além de enxergar ofensa à liberdade religiosa. Outros 11% dos entrevistados entenderam a ala como uma crítica artística legítima, algumas com referência religiosa. Já 8,7% veem como uma sátira aceitável, e 19,2% não souberam opinar.

 

Em outro recorte da pesquisa do Instituto Ideia, um total de 48,3% dos entrevistados avalia que o desfile da Acadêmicos de Niterói gerou um aumento da polarização religiosa e política ou normaliza a discriminação simbólica. Por outro lado, 38,2% acreditam que a ala provoca reflexão crítica ou amplia o debate público, e 13,4% afirmam entender que o desfile não gera impacto relevante.

 

Os dados da pesquisa Ideia revelam também que três quartos do segmento tomaram conhecimento da ala. Segundo a pesquisa, apenas 23,9% dos evangélicos não viram ou ouviram falar sobre, enquanto 19,1% assistiram ao desfile ou vídeos dele e 45,9% entraram em contato por reportagens ou postagens nas redes sociais.

 

Mais de um terço dos evangélicos (35,1%) também acreditam que a reação seria mais intensa caso outro grupo religioso fosse retratado daquela forma, enquanto 14,8% pensam o contrário. Já 29,3% afirmam que seria igual, e 20,9% não sabem.

 

As entrevistas do Instituto Ideia foram realizadas pela internet no dia 18 de fevereiro, com 656 pessoas que se autodeclaram protestantes ou evangélicas de 315 municípios. A margem de erro é de 3,8 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

Veja como fica a aposentadoria do vigilante no INSS e na Justiça após STF negar o direito

                                               

O STF (Supremo Tribunal Federal) negou a aposentadoria especial do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) a vigilantes com ou sem arma de fogo sob o entendimento de que a profissão não se enquadra no benefício especial por risco, destinado a órgãos de segurança pública listados na Constituição.
 

O julgamento -realizado no plenário virtual entre os dias 6 e 13 de fevereiro- derrubou a possibilidade de enquadrar a atividade como perigosa mesmo para quem usa arma de fogo.
 

Há pontos que ainda deverão ser debatidos pelos ministros, como o que acontece com as ações na Justiça e se segurados que ganharam o direito ao benefício por meio de tutela antecipada vão ter de devolver dinheiro. É preciso, no entanto, esperar a publicação do acórdão, que é a tese final.
 

Advogados especializados em Previdência Social afirmam que a tese, julgada sob o tema 1.209, está "enterrada", e não há mais como obter esse benefício após 1995, ano em que foi aprovada lei que acabou com a lista de profissões com direito ao tempo especial, incluindo vigilantes.
 

O argumento do INSS foi de que o benefício especial a essa categoria é inconstitucional e traria impacto de R$ 154 bilhões aos cofres públicos em 35 anos.
 

O QUE ACONTECE AGORA?
É preciso esperar a publicação do acórdão do julgamento para entrar com recurso. O segurado que ingressou com a ação que chegou ao Supremo pode apresentar embargos de declaração, recurso que serve para esclarecer algum ponto que ficou obscuro no julgamento ou esclarecer omissão ou contradição.
 

Os processos que estavam parados na Justiça devem voltar a andar, mas apenas quando o caso chegar ao final de o STF determinar o fim do sobrestamento. Além disso, o INSS poderá entrar com ações rescisórias cobrando valores já pagos a segurados que conseguiram a tutela antecipada. A expectativa, porém, é que isso não ocorra.
 

"O Supremo tem um posicionamento bem conservador nesta questão de não ter de devolver. Isso já aconteceu no processo da desaposentação e na revisão da vida toda. Acredito que quem esteja recebendo a tutela não tenha que devolver", afirma a advogada Adriane Bramante, especialista em aposentadoria especial e que participou do julgamento em nome do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário).
 

O andamento dos casos só ocorrerá após a publicação da tese final e da definição a respeito dos recursos que podem ser apresentados. Assim que houver a publicação do último acórdão, o INSS poderá cortar o benefício especial de quem tinha tutela antecipada e refazer os cálculos para a concessão da aposentadoria comum a esses profissionais.
 

QUEM PODE RECORRER DA DECISÃO?
O segurado que entrou com a ação que chegou ao Supremo e mesmo o IBDP, que participa como amicus curiae -amigo da corte- podem entrar com esse recurso. A tendência é solicitar aos ministros que decidam pela não devolução, como já ocorreu em outras ações. "Até porque tinha julgamento no STJ [Superior Tribunal de Justiça] garantindo esse direito", diz Adriane.
 

A advogada se refere ao tema 1.031 no STJ, julgado como favorável aos segurados. Em 2021, o tribunal superior entendeu que, se comprovada a exposição à periculosidade, é possível contar o tempo de atividade como especial, com ou sem arma de fogo.
 

João Badari, do escritório Aith, Badari e Luchin diz que os embargos de declaração devem esclarecer alguns pontos não tratados pelos ministros, e não vê possibilidade de mudança no entendimento da corte. "Eu acho que uma mudança nesse julgamento é extremamente remota. Isso possivelmente vai ser consolidado pelo Supremo."
 

O QUE ACONTECE COM QUEM TINHA AÇÃO NA JUSTIÇA?
Quem tinha ação na Justiça terá o direito ao benefício negado. "O juízes de primeira instância e os tribunais são obrigados a seguir o posicionamento do Supremo. Foi tomado como tema, então vale para todos os processos, inclusive os que estavam suspensos", diz Badari.
 

O segurado que teve a aposentadoria especial concedida por meio de tutela antecipada terá o benefício recalculado pelo INSS. Isso significa que, caso tenha cumprido as exigências mínimas, poderá seguir aposentado, mas com a aposentadoria comum.
 

Se ainda não atingiu as condições mínimas para ter a aposentadoria, vai perder o benefício que recebia.
 

O INSS tem ainda o direito de entrar com ação rescisória cobrando o que já pagou, mas os especialistas acreditm que não fará isso.
 

VIGILANTES PERDEM O DIREITO À APOSENTADORIA ESPECIAL?
Segundo Adriane Bramante, o direito à aposentadoria especial para vigilantes existe somente até 1995, quando vigorava lista de profissões garantindo tempo especial a algumas categorias. Depois disso, a lista deixou de existir e o enquadramento passou a ser por exposição a agentes nocivos à saúde, sejam físicos, químicos ou biológicos.
 

"Hoje, com a decisão, o vigilante se enquadra como especial até 1995. No INSS, tem que ter arma de fogo", explica Adriane, lembrando que, para vigilantes sem arma de fogo, a aposentadoria especial só era concedida na Justiça, após decisão do STJ de 2021. Essa decisão, no entanto, caiu.
 

"De 1995 para cá não enquadra mais. Nem o projeto de lei complementar, o PLP 245 de 2019, nem o 42 de 2023 fazem mais sentido, porque mesmo que se reconheça a periculosidade por lei, seria um reconhecimento após a emenda constitucional de 2019. E esse buraco de 1995 até 2019? A gente tem agora uma decisão do STF que não reconhece mais", explica.
 

COMO FOI O JULGAMENTO?
Por 6 votos a 4, o STF negou o direito à aposentadoria especial a vigilantes. Os ministros Gilmar Mendes, Cristiano Zanin, Luiz Fux, Dias Toffoli, André Mendonça seguiram entendimento de Alexandre de Moraes, de que não há o direito ao benefício especial conforme precedente já definido em caso semelhante na corte.
 

Já Kassio Nunes Marques, relator do caso, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Edson Fachin defenderam a concessão da aposentadoria especial à categoria, desde que comprovado o risco da atividade e a periculosidade.
 

O QUE DIZ QUEM É A FAVOR DA APOSENTADORIA ESPECIAL PARA VIGILANTE?
Para Nunes Marques, a atividade pode ser reconhecida como especial, com ou sem uso de arma de fogo, por causa dos riscos e de possíveis prejuízos à saúde mental e à integridade física do trabalhador, tanto antes quanto depois da reforma da Previdência de 2019. Ele propunha tese neste sentido.
 

O QUE DIZ QUEM É CONTRA PARA A APOSENTADORIA ESPECIAL PARA VIGILANTES?
Para Moraes, o Supremo não deve aprovar o direito ao benefício mais vantajoso porque a corte já afirmou que não há risco inerente na profissão ao julgar processo semelhante envolvendo guardas municipais. Outro ponto levantado por Moraes é de que aprovar a aposentadoria especial a vigilantes abriria precedentes para pedido de benefício especial por outras categorias.
 

O QUE MUDOU PARA VIGILANTES APÓS A REFORMA DA PREVIDÊNCIA DE 2019?
A reforma da Previdência de 2019 retirou a periculosidade da Constituição como fator para caracterizar atividade especial. Mas, mesmo antes das mudanças, esse ponto era controverso.
 

A advogada Adriane Bramante afirma que, no artigo 202 da emenda de 1988, havia o direito de se aposentar com menos tempo de contribuição em casos de atividades "que prejudiquem a saúde ou a integridade física", conforme a redação original. Em 2019, a emenda constitucional 103 retirou a expressão "integridade física".
 

"A periculosidade é a iminência do risco, uma possibilidade sempre presente de um evento violento que interrompe a integridade do trabalhador. Essa atividade de vigilante submete o profissional a roubo e a violência física. Além disso, pode causar morte", disse em vídeo aos ministros do STF.
 

O QUE É A APOSENTADORIA ESPECIAL E QUEM TEM DIREITO?
A aposentadoria especial é um benefício concedido ao segurado que trabalha em condições prejudiciais à saúde ou à integridade física. Ela é devida a quem tem carteira assinada pelo regime da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), ao trabalhador avulso e ao contribuinte individual caso seja filiado a cooperativa de trabalho ou de produção. A exposição aos agentes nocivos precisa ocorrer de forma permanente.
 

Na prática, é um benefício que antecipa a aposentadoria de trabalhadores que têm sua saúde comprometida por estar em área prejudicial. Essa antecipação funciona como uma proteção ao profissional. Há o direito de se aposentar com 15, 20 ou 25 anos de contribuição ao INSS, dependendo do grau de exposição. Após a reforma, será preciso ainda comprovar idade mínima.
 

Antes da reforma da Previdência, não havia idade mínima para essa aposentadoria. Os trabalhadores que atuavam em áreas consideradas como de baixo risco (como profissionais da saúde, químicos, serralheiros, vigilantes, entre outros) precisavam contribuir por 25 anos de trabalho nesses setores e podiam se aposentar com qualquer idade. Os demais, em atividades como mineiros de subsolo ou exposto a amianto, precisavam de 20 anos de contribuição e, no caso do mineiro de subsolo, 15 anos.
 

Após a reforma, há duas possibilidades de aposentadoria. Para quem já estava no mercado de trabalho, é preciso atingir uma pontuação mínima, que combina a idade com o tempo de contribuição. Já para o trabalhador que entrou no mercado após 13 de novembro de 2019, a aposentadoria só é possível após completar idade mínima e tempo mínimo de contribuição.
 

Outra mudança também diz respeito ao tempo especial. A conversão do tempo especial em comum só pode ser feita para atividades até 13 de novembro de 2019, data de entrada em vigor da emenda constitucional. Depois disso, não há mais conversão.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Ancelotti celebra imersão no Carnaval e destaca adaptação à cultura brasileira: "Me deixou ainda mais impressionado"

                                                                                       



 O técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, concluiu sua incursão oficial pela maior festa popular do país. Em comunicado divulgado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) na última quarta-feira (18), o treinador italiano detalhou sua experiência em um roteiro que percorreu Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro. Para o comandante da Amarelinha, a jornada foi um passo fundamental em seu processo de adaptação ao Brasil.

 

"Foi especial conhecer a aproveitar o Carnaval no Brasil. Desde que cheguei à Seleção tenho procurado me envolver com a cultura brasileira e entender mais sobre este país onde escolhi viver e trabalhar. O Carnaval é uma das maiores manifestações populares do mundo e me deixou ainda mais impressionado com a força e a alegria do povo brasileiro", relatou o técnico.


A passagem pela Bahia foi marcada por uma ação estratégica no Circuito Dodô (Barra/Ondina). Convidado pela Brahma, patrocinadora da Seleção, Ancelotti acompanhou a performance de artistas como Bell Marques e Léo Santana. Durante a passagem do trio, a multidão estendeu um bandeirão em homenagem ao treinador, que retribuiu o carinho ao interagir com o público e os músicos.

 


 

"É um prazer te conhecer, você canta muito bem. Obrigada Salvador! Está liberado acreditar [na conquista da Copa]", declarou Ancelotti, ao cantor Léo Santana.

 

Léo aproveitou o encontro para exaltar o Mister e sua importância no projeto rumo ao hexacampeonato, sem deixar de lado o tom descontraído característico da folia.

 

"Me sinto honrado de estar aqui com você ao lado dessa multidão. Tenho muito orgulho de ser brasileiro, tenho uma fé inigualável. Para a gente é uma honra ter você em nosso carnaval e ter você trazendo toda sua experiência e maturidade para a nossa Seleção. Ah, e um recado, Ancelotti: coloca o Neymar nessa Seleção pelo amor de Deus. É só um pedido de fã, desculpa, eu não podia perder essa", brincou o cantor.

 

Aos risos, o técnico respondeu de forma diplomática: "Obrigada pelo conselho".

 

A agenda do treinador não se limitou ao Nordeste. Em São Paulo, Ancelotti marcou presença nos desfiles do Anhembi, onde o foco foi o resgate da memória vitoriosa do futebol nacional. O italiano reencontrou ex-jogadores que fizeram parte da campanha do pentacampeonato mundial em 2002.

 

A turnê carnavalesca foi encerrada no Rio de Janeiro, com uma passagem pela Marquês de Sapucaí, completando o ciclo de imersão nas três maiores vitrines do Carnaval do Brasil.

 

 

Ponte Salvador-Itaparica: Iphan aponta insuficiência em estudos e concessionária apresenta plano para destravar licenciamento

                                                                 



                 O processo de licenciamento ambiental do Sistema Rodoviário Ponte Salvador-Ilha de Itaparica enfrenta um impasse técnico no início de 2026. A Superintendência do Iphan na Bahia emitiu um parecer técnico (22/2026), no qual considera insuficiente o Relatório de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Imaterial (RAIPI) apresentado pela concessionária responsável pelas obras.

 

A informação foi publicada pelo jornal Correio nesta quinta-feira (19), e confirmada pela reportagem do Bahia Notícias ao acessar os documentos. Em resposta aos apontamentos do Iphan, o consórcio enviou um novo Plano de Ação, buscando alinhar as exigências do órgão federal com o cronograma das obras.

 

No parecer técnico de janeiro de 2026, os antropólogos e historiadores do Iphan concluíram que a documentação atual não oferece garantias suficientes para a proteção do patrimônio cultural. A principal crítica recai sobre o escopo territorial da pesquisa: enquanto o Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) define uma Área de Influência Direta (AID) socioeconômica de 16 municípios, o relatório da concessionária abrangeu apenas cinco. 

 

O parecer destaca que manifestações centrais da identidade baiana, como o Ofício das Baianas de Acarajé, a Capoeira e o Samba de Roda, possuem uma "integração funcional" com o território que não foi plenamente captada. A Feira de São Joaquim, descrita como um "tecido social vivo", foi identificada como um dos pontos de maior sensibilidade, com previsão de impactos negativos de "ocorrência certa", como a desestruturação de redes de comércio tradicional e a violação de lugares sagrados.

 

Além disso, o órgão apontou a falta de uma consulta prévia, livre e informada às comunidades tradicionais, conforme preconiza a Convenção 169 da OIT. Detentores da Festa do Senhor do Bonfim e associações de classe, como a ABAM (baianas) e o Sindifeira (feirantes), registraram queixas sobre a falta de diálogo direto e informações detalhadas sobre as obras.

 

RESPOSTA DA CONCESSIONÁRIA
Diante da negativa de anuência para a Licença de Instalação (LI), o governo e as concessionárias apresentaram, em fevereiro de 2026, um Plano de Ação reestruturado. O novo documento adota uma "abordagem progressiva e adaptativa", dividindo as obrigações em duas fases: ações preparatórias antes da licença e estudos de campo aprofundados após a emissão da LI.


A concessionária se comprometeu a ampliar a pesquisa para os 12 municípios anteriormente omitidos. O novo plano também prevê a criação de um Programa de Gestão do Patrimônio Imaterial (PGPI) e o acompanhamento por um Comitê de Monitoramento e Mobilização Social, que deve ser instituído em abril de 2026. 

 

Para resolver o impasse metodológico, o consórcio propôs realizar novas pesquisas de campo no segundo semestre de 2026, respeitando os calendários religiosos e festivos das comunidades. O Plano de Ação também incluiu o patrimônio material, prevendo modelagens 3D e estudos volumétricos para avaliar o impacto visual da ponte sobre o Centro Histórico de Salvador e o Conjunto da Cidade Baixa.

 

Ainda conforme o documento, a estratégia apresentada pelo consórcio tem o objetivo de conseguir a anuência técnica do Iphan até a primeira quinzena de maio de 2026. O objetivo final é garantir a emissão da Licença de Instalação pelo Inema até o dia 4 de junho de 2026. O Iphan recomenda que, para que o processo avance, o Programa de Gestão de Bens Registrados seja validado de forma documentada, assegurando que as medidas de mitigação e compensação atendam às necessidades reais dos grupos afetados.

 

Em nota, a concessionária Ponte Salvador-Itaparica informou que o processo de licenciamento ambiental do Sistema Rodoviário Salvador–Itaparica segue regularmente os trâmites previstos na legislação brasileira. Confira a nota na íntegra:

 

"A Concessionária Ponte Salvador-Itaparica informa que o processo de licenciamento ambiental do Sistema Rodoviário Salvador–Itaparica segue regularmente os trâmites previstos na legislação brasileira, com acompanhamento dos órgãos competentes.

 

Desde o início do projeto, foram realizados diversos estudos técnicos nas áreas ambiental, social, histórica e cultural, todos apresentados aos órgãos responsáveis para análise. Como ocorre em empreendimentos de grande porte, os estudos passam por avaliações técnicas detalhadas e, quando necessário, são solicitadas complementações, que já estão sendo providenciadas pela Concessionária.

 

A empresa reforça que mantém diálogo permanente com as instituições públicas e comunidades envolvidas, e atua com base nos princípios da legalidade, transparência e responsabilidade socioambiental".

Real Madrid entrega provas de racismo contra Vini Jr. à UEFA após jogo contra o Benfica pela Champions

                                                                                   



     O Real Madrid deu um passo oficial nesta quinta-feira (19) para cobrar punições após o atacante Vinícius Jr. ser alvo de ofensas racistas em Portugal. O clube enviou à UEFA todas as imagens e evidências que possui sobre os ataques sofridos pelo brasileiro durante a vitória contra o Benfica, em Lisboa, pela Champions League. O time espanhol exige rigor na investigação do episódio, que envolve tanto a torcida quanto um jogador adversário.

 

 

 

A denúncia aponta que o atacante teria sido insultado por Prestianni, do Benfica, logo após marcar o gol da vitória. O caso fez com que o árbitro francês François Letexier interrompesse a partida por dez minutos, seguindo o protocolo de combate ao preconceito da entidade europeia.

 

Em comunicado oficial, o Real Madrid reforçou que não aceitará o que chamou de "episódios inaceitáveis" e agradeceu a onda de solidariedade que o camisa 7 recebeu de diversas partes do mundo.

 

"O Real Madrid CF anuncia que hoje forneceu à UEFA todas as provas disponíveis relativas aos incidentes ocorridos na última terça-feira, 17 de fevereiro, durante o jogo da Liga dos Campeões que a nossa equipe disputou em Lisboa contra o Benfica.

 

Nosso clube cooperou ativamente com a investigação aberta pela UEFA após os episódios inaceitáveis de racismo ocorridos durante aquela partida.

 

O Real Madrid agradece o apoio unânime, o carinho e o afeto que o nosso jogador Vinicius Jr. tem recebido de todos os setores do futebol mundial.

 

O Real Madrid continuará trabalhando, em colaboração com todas as instituições, para erradicar o racismo, a violência e o ódio no esporte e na sociedade."

 

ENTENDA O CASO
Tudo começou no segundo tempo, quando Vini Jr. fez o gol e comemorou perto da torcida portuguesa. O gesto deu início a um empurra-empurra entre os jogadores e o brasileiro acabou levando cartão amarelo. No meio do tumulto, o atacante relatou ter ouvido as ofensas e avisou imediatamente à arbitragem.

 

Enquanto o jogo estava parado, astros como Kylian Mbappé e Tchouaméni cercaram o colega em sinal de apoio. Até o técnico do Benfica, José Mourinho, foi visto conversando com Vinícius durante a paralisação.

 

Mesmo com o jogo reiniciado, a pressão continuou. Sempre que Vinícius Jr. ou Mbappé tocavam na bola, eram vaiados pela torcida do Benfica, que chegou a arremessar objetos no gramado. Agora, o futuro do caso depende do relatório do árbitro e da análise das provas enviadas pelo Real Madrid, que podem resultar em multas pesadas ou interdição de setores do estádio em Lisboa.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Prefeito Cyro anuncia três atrações para o São João







 Sofrência, terapia e muito forró raiz! 🔥


Pablo, Henry Freitas e Adelmario Coelho são as primeiras atrações confirmadas no melhor São João da #Bahia! 🤩


#SãoJoãoDeSerrinha 

#OTrabalhoContinuaAMudançaAcontece

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Você conhece a história do Carnaval de Serrinha? 🎭👀

                                                



Já que o clima é de folia, hoje a #PrefTeConta um pouco sobre essa festa que começou lá em 1930 e marcou gerações, lotando as ruas da nossa cidade e colocando todo mundo no ritmo da alegria.


Confere com a gente e vem relembrar esse importante capítulo da nossa história! 🤩


#OTrabalhoContinuaAMudançaAcontece

Pesquisa revela que mais de 60% dos evangélicos se sentiram ofendidos com desfile da Acadêmicos de Niterói

                                                                                     Uma pesquisa realizada pelo instituto Ideia revelou o ...