Após a debandada de quatro partidos que apoiavam a gestão da presidente Dilma Rousseff (PMDB, PP, PTB e PRB), nesta quarta-feira (13), o PSD também decidiu por romper com base. Por 30 votos a 8, a bancada do partido decidiu orientar no domingo (17) o voto favorável ao impeachment da presidente. A decisão foi anunciada pelo líder do PSD na Câmara, Rogério Rosso (DF). Segundo ele, à maioria no partido defende o processo de afastamento.
Não haverá punição aos que votarem contra o impeachment. Rosso afirmou ainda que não irá cobrar do ministro das Cidades, Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, que deixe o cargo.
A partir de agora o cenário tende a complicar ainda mais, no que diz respeito à situação do governo do estado, uma vez que Dilma não conta mais com as legendas.
Como planejamento de uma possível solução, após reunião com líderes de movimentos sociais e deputados da bancada, o líder do PT na Câmara, Afonso Florence (BA), afirmou nesta terça-feira (12), que o objetivo do governo federal é buscar o voto de indecisos do PP, PR e PSD para impedir o prosseguimento do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
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