terça-feira, 16 de abril de 2019

Chapas são homologadas para as eleições do Vitória; confira

Chapas são homologadas para as eleições do Vitória; confira
Fotos: Paulo Victor Nadal/ Bahia Notícias
Agora é oficial! As chapas que vão disputar as eleições do Vitória foram homologadas nesta terça-feira (16) pela comissão eleitoral da agremiação.

Para a presidência, cinco nomes estão na disputa: Paulo Carneiro (Vitória Gigante, Unido e Forte), Raimundo Viana (100% Vitória), Izaura Maria (Vitória, uma História de Amor e Paixão), Gilson Presídio (Vitória Campeão Nacional 2020) e Walter Seijo (Vitória Gigante). O último é aliado de Paulo e se registrou para ser “plano B”, caso o seu correligionário seja retirado do pleito (saiba mais aqui).

A novidade é a mudança na chapa encabeçada por Isaura Maria. Herval Jodson Silva Rego teve sua candidatura à vice-presidência indeferida. Diante disso, Iraci Teixeira foi escolhida para o substituir no pleito.

Para o comando do Conselho Deliberativo, a disputa conta com quatro postulantes: Delsuc Gomes (300 do Vitória),  Fábio Mota (Vitória Gigante, Unido e Forte), Nilton Almeida (100% Vitória) e Rodolfo Mendonça (Frente Vitória Popular).
Postulantes à presidência do Conselho Deliberativo | Fotos: Glauber Guerra/ Bahia Notícias

O pleito também será para o Conselho Fiscal. E dois nomes concorrem à presidência : Jailson Reis (Vitória Gigante, Unido e Forte) e Marcelo Britto (100% Vitória).

Marcelo Brito e Jailson Reis | Fotos: Glauber Guerra e Alex Bittencourt

O primeiro turno do pleito eleitoral acontece no dia 24 abril, e o segundo, se houver, em 1º de maio. Apenas a eleição do Conselho Fiscal será decidido em turno único.

CHAPAS HOMOLOGADAS:
PRESIDÊNCIA (CONSELHO DIRETOR)
Vitória Gigante, Unido e Forte
Presidente: Paulo Carneiro
Vice-presidente: Luiz Henrique Viana Pereira
Vitória, uma História de Amor e Paixão
Presidente: Isaura Maria
Vice-presidente: Iraci da Cruz Teixeira Fernandes
Vitória Gigante
Presidente: Walter Seijo
Vice-presidente: Roberto Watt
Vitória Campeão Nacional 2020
Presidente: Gilson Presídio
Vice-presidente: Jânio Ferraz
100% Vitória
Presidente: Raimundo Viana
Vice-presidente: Marcus Sarmento
 
CONSELHO DELIBERATIVO
Frente Vitória Popular
Presidente: Rodolfo Mendonça
Vice-presidente: Rafael Araponga
300 do Vitória
Presidente: Delsuc Gomes Souza
Vice-presidente: Márcio Bruno Bulhões

Vitória Gigante, Unido e Forte
Presidente: Fábio Mota
Vice-presidente: Antônio Carlos Menezes (Cacau)
100% Vitória
Presidente: Nilton Almeida
Vice-presidente: Djalma Abreu


CONSELHO FISCAL
Vitória Gigante, Unido e Forte
Presidente: Jailson Reis Vitória
Vice-presidente: Cézar Marianetti Braga

Membro efetivos
Firmo Falcão de Freitas Borja Neto
Adriano Mascarenhas Rangel
Paulo Costa de Sá Barreto

Membros suplentes
Edmundo Fahel Filho
Bruno Almeida Torres
Helenócrates Marback de Oliveira Júnior
 

100% Vitória
Presidente: Marcelo Britto
Vice-presidente: Cristiano Jatobá
Membros efetivos:
Antônio Silva Rocha
Lucas Lima Santos
Antônio Ricardo Gois Pereira
Membros suplentes:
Eduardo Abenhaim
Michel Angelo de Almeida Lima
Paloma Amazonas Araújo

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A Argentina chega à semifinal da Copa do Mundo de 2026 com um retrospecto particular envolvendo a arbitragem de vídeo. Até o momento, nenhuma decisão tomada em campo foi revertida pelo VAR de maneira desfavorável à seleção comandada por Lionel Scaloni. Um levantamento produzido pelo NetSI Sport, grupo de pesquisa ligado à Northeastern University, contabilizou as intervenções realizadas durante os primeiros 97 jogos do Mundial. No recorte, que abrangia a fase de grupos e as oitavas de final, a Argentina registrava quatro mudanças de decisão a seu favor e nenhuma contra. O México também possuía quatro alterações favoráveis naquele momento. A análise considerou decisões efetivamente modificadas após a atuação do árbitro de vídeo, principalmente em lances relacionados a faltas. Isso significa que checagens nas quais a marcação original foi mantida, assim como reclamações que não provocaram uma revisão, não aparecem como reversões. Segundo o estudo, foram registradas 35 intervenções do VAR nos 97 jogos analisados. Na Copa do Mundo de 2022, foram contabilizadas 26, enquanto a edição de 2018, primeira com a utilização da tecnologia, teve 22. O levantamento foi publicado antes da classificação argentina diante da Suíça. Nas quartas de final, uma nova intervenção terminou favoravelmente à atual campeã mundial. O atacante suíço Breel Embolo recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso após uma revisão do VAR. A arbitragem havia marcado uma infração a favor da Suíça, mas utilizou o protocolo relacionado a erro de identificação e concluiu que Embolo havia simulado o contato. A decisão também mudou o sentido da falta inicialmente assinalada. A utilização do protocolo foi contestada pelo técnico suíço Murat Yakin e pela ex-árbitra Fifa Christina Unkel. Na avaliação da analista, a revisão não se limitou a identificar corretamente o jogador envolvido e acabou mudando a interpretação completa da jogada, aproximando o VAR de uma nova arbitragem do lance. Com isso, a Argentina passou a ter ao menos cinco mudanças de decisão favoráveis no torneio, mantendo o registro de nenhuma reversão contrária até a semifinal. RECLAMAÇÕES COMEÇARAM NA FASE DE GRUPOS As discussões em torno da arbitragem argentina começaram na estreia, diante da Argélia. A federação argelina apresentou uma reclamação após a derrota por 3 a 0 e questionou, entre outros lances, a ausência de uma expulsão para Lionel Messi após um contato com Aïssa Mandi. O camisa 10 permaneceu em campo e marcou três gols na partida. O debate aumentou nas oitavas de final, quando a Argentina venceu o Egito por 3 a 2. A seleção africana chegou a marcar no segundo tempo, mas o gol foi anulado depois que o VAR identificou uma falta de Marwan Attia sobre Lisandro Martínez durante a construção da jogada. Nos minutos finais, os egípcios também pediram um pênalti sobre Mohamed Salah. A arbitragem, porém, entendeu que houve um contato normal com Julián Álvarez e manteve o jogo. Pouco depois, a Argentina marcou o gol da classificação. O chefe de arbitragem da Fifa, Pierluigi Collina, defendeu as decisões. De acordo com o dirigente, todos os gols passam por uma análise da fase ofensiva que originou o lance, sem um limite fixo de tempo ou distância para que uma falta seja considerada. Collina afirmou ainda que o contato sobre Salah não configurou infração e rejeitou qualquer possibilidade de influência externa sobre os árbitros. NÚMEROS NÃO COMPROVAM FAVORECIMENTO Apesar do saldo favorável à Argentina, o próprio estudo alerta que os dados não permitem concluir que exista uma atuação deliberada dos árbitros para beneficiar uma seleção. Brennan Klein, diretor do NetSI Sport, explicou que os números mostram apenas quantas marcações foram alteradas e para qual lado as mudanças ocorreram. Uma intervenção favorável pode indicar, por exemplo, que o árbitro de campo cometeu um erro contra aquela equipe e que o VAR corrigiu a decisão. Dessa forma, o dado objetivo é que a Argentina ainda não teve uma marcação de campo modificada pelo VAR em seu prejuízo. O retrospecto, porém, não representa por si só uma prova de favorecimento, embora as decisões tenham ampliado a pressão sobre a arbitragem antes do confronto com a Inglaterra pela semifinal.

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