segunda-feira, 4 de julho de 2016

Com um jogador a menos, Vitória conquista empate heroico no Mineirão

 
O Vitória foi até Belo Horizonte encarar o Cruzeiro na manhã deste domingo (03), no estádio Mineirão, e conquistou um empate heroico em Belo Horizonte. Apesar de ter iniciado bem a partida, com chances até de abrir o placar, o rubro-negro sofreu o primeiro gol com 23 minutos de partida, e ainda teve o zagueiro Ramon expulso no inicio do segundo-tempo.  Mesmo sofrendo dois gols na partida, o Leão da Barra mostrou força e coragem para buscar o empate fora de casa. Alisson e Arrascaeta marcaram para o Cruzeiro, Diego Renan e Vander empataram para o Vitória. Com o resultado, o Leão é o 13º colocado com 17 pontos. A Raposa está em 14º, com 15 pontos. 
 
O JOGO
 
O Vitória até tentou no inicio do primeiro tempo. Com um minuto de partida, Dagoberto fez boa jogada pelo lado esquerda, e bateu cruzado. Diego Renan sozinho pelo lado direito, errou o chute. 
 
Marinho estava numa manhã feliz, tentava, buscava, mas foi o Cruzeiro quem abriu o placar. Aos 23, Lucas recebeu tocou bola dentro da área para o meia Alisson, que dominou e bateu  rasteiro no canto. 1 a 0 Cruzeiro. 
 
Aos 29, Caíque fez um bela defesa após cobrança de falta de Arrascaeta. 
 
Aos 32 minutos, Marinho fez uma grande jogada, ganhou na corrida e bateu forte. Fábio salvou o Cruzeiro.
 
Numa bela trama entre Marinho e Kieza, aos 35 minutos, O K-9 chutou da entrada da área e Fábio fez outra boa intervenção. 
 
Já no inicio do segundo tempo, o arbitro expulsou o zagueiro Ramon aos 2 minutos. O zagueiro parou Riascos na base da falta e foi para rua mais cedo. 
 
Aos 3 minutos, Dagoberto arriscou de longe, mas o goleiro defendeu. Mesmo com um a menos, o Leão demonstrava luta. 
 
Aos 8’, a Raposa fez prevalecer sua superioridade numérica e marcou o segundo gol com Arrascaeta, após toque de letra de Riascos o meia chutou forte, sem chances para Caíque. 
 
Pênalti para o Vitória. Aos 17, Marinho fez outra boa jogada individual e foi derrubado. Diego Rena bateu e diminuiu para o rubro-negro. 
 
Com 30 minutos, Mancini sacou Amaral e lançou Vander na partida, demonstrando coragem diante de mais de 30 mil torcedores e um jogador a menos em campo. 
 
Aos 37, Vander aproveita sobra dentro da área e bate colocado, para empatar o jogo para o Leão da Barra. 2 a 2, e festa dos jogadores e comissão técnica do rubro-negro.
 
 
Cruzeiro 2 x 2 Vitória 
 
Brasileirão Série A - 13ª rodada
 
 
Local: Mineirão, em Belo Horizonte (BH)
 
Data/Horário: 03/07/2016, às 11h
 
Arbitragem: Péricles Bassols Pegado Cortez (Federação Pernambucana), assistido por Cleberson do Nascimento Leite (PE) e Bruno Cesar Chaves Vieira (PE)
 
Cartões amarelos: Bryan (CRU), Kanú (VIT), Lucas Romero (CRU), Alisson (CRU), Victor Ramos (VIT)
 
Cartões vermelhos: Ramon (VIT)
 
Gols: Alisson, Arrascaeta (CRU) / Diego Renan e Vander (VIT)
 
Vitória
 
Caíque; Victor Ramos, Kanu, Ramon e Diego Renan; Amaral, Willian Farias, Euller, Dagoberto, Marinho e Kieza. Técnico: Vagner Mancini.
 
Cruzeiro
 
Fábio, Lucas, Fabrício Bruno, Bruno Viana, Bryan, Bruno Ramires, Lucas Romero, Arrascaeta, Élber, Alisson, Riascos. Técnico: Paulo Bento. 

Peemedebistas alvos da Lava Jato concentram 2/3 das doações de 2010 e 2014

Os redutos dos peemedebistas que são alvos da Operação Lava Jato receberam, nas eleições de 2010 e 2014, um volume de doações desproporcional ao tamanho de seu eleitorado. Levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo mostra que as campanhas mais ricas do PMDB, em termos relativos, não foram as dos Estados maiores, mas as dos comandados por “caciques” locais. Os 12 estados de alvos da Lava Jato concentram apenas um terço dos eleitores do país, mas eles receberam R$ 2 de cada R$ 3 (66%) doados a campanhas majoritárias do PMDB nas duas últimas eleições para governador e senador.
No ranking dos valores per capita, o primeiro colocado, disparado, é o estado do senador Romero Jucá. Na média das duas eleições, o PMDB de Roraima recebeu cerca de R$ 96 por eleitor, mais que o quádruplo do segundo colocado, Tocantins, e nove vezes o valor registrado no Rio de Janeiro. Em 2010 e 2014, o PMDB roraimense recebeu cerca de R$ 47,6 milhões. Em números absolutos, foi o sexto maior volume arrecadado pelo partido nos estados, apesar de Roraima ser o menor colégio eleitoral do país. Lá, apenas 262 mil pessoas compareceram às urnas há dois anos.

Esse volume de dinheiro foi, basicamente, para a máquina controlada por Jucá, que se expande para além do PMDB. Em 2010, a maior despesa do comitê de campanha do então candidato a senador foi o item “doações financeiras a outros candidatos”. 
Outro destaque no ranking do financiamento eleitoral do PMDB é o Maranhão, terra de José Sarney, de sua herdeira política, a ex-governadora Roseana Sarney, e do aliado Edison Lobão, ex-ministro de Minas e Energia. Na média de 2010 e 2014, o PMDB maranhense foi o terceiro que mais arrecadou no ranking dos Estados, apesar de ser o 13º em número de eleitores.
Em 2014, quando Lobão concorreu ao governo, recebeu doações de empreiteiras como a Andrade Gutierrez e a Queiroz Galvão. Seus principais financiadores, porém, vieram do setor de energia.
No total, o PMDB movimentou pouco mais de R$ 1 bilhão nas campanhas de candidatos ao governo e ao Senado nas duas últimas eleições nacionais, mais do que os tucanos (R$ 863 milhões) e petistas (R$ 665 milhões).

No levantamento, peemedebistas baianos citados na Lava Jato, a exemplo do ministro Geddel Vieira Lima, receberam doações no montante de R$ 1,4 milhão nos dois pleitos analisados.

Lula ajudou OAS a obter obra de R$ 1 bi na África, diz mensagem

Uma mensagem apreendida pela Polícia Federal no celular do empresário Léo Pinheiro, sócio da OAS, diz que a empreiteira conquistou uma obra de cerca de R$ 1 bilhão na Guiné Equatorial "com ajuda do Brahma". Era esse o codinome usado por Pinheiro para designar o ex-presidente Lula, segundo interpretação da Polícia Federal em análises feitas na Lava Jato.
A obra é uma estrada de 51 quilômetros que liga a capital da Guiné Equatorial, Malabo, a Luba, os dois principais portos daquele país africano. Bancada pelo governo, a obra foi contratada por US$ 320 milhões, o equivalente a pouco mais de R$ 1 bilhão.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, a mensagem foi enviada em 31 de janeiro de 2013 por Jorge Fortes, diretor de Relações Institucionais da OAS em Brasília naquela época, para Pinheiro. O objetivo da mensagem era que Pinheiro conseguisse, com a ajuda de um ministro cujo nome não é citado, que a presidente Dilma Rousseff colocasse a pedra fundamental da estrada.
O diretor da OAS dizia que a obra ficava ao lado do aeroporto onde Dilma desembarcaria em fevereiro de 2013. Dilma visitou a Guiné Equatorial naquele mês, perdoou uma dívida de R$ 27 milhões do país, mas não há notícias de que tenha atendido o desejo do executivo da OAS.
A Guiné Equatorial é governada por um ditador, Teodoro Obiang, que se tornou aliado de Lula quando o ex-presidente decidiu que o Brasil deveria ter uma presença forte na África. Ele é o ditador africano que está há mais tempo no poder: 36 anos.
Antes de Dilma visitar a Guiné Equatorial, o filho do ditador, Teodorín Obiang, passou o carnaval no Rio e conseguiu escapar de um pedido de extradição feito pela França graças a ajuda de executivos da OAS.
O Instituto Lula não se manifestou sobre a citação ao ex-presidente em mensagens de Léo Pinheiro, sócio da OAS, indicando que o petista ajudou a empresa entrar no mercado da Guiné Equatorial.

Bolsonaro diz que STF processará Glória Maria por apologia às drogas

O deputado federal Jair Bolsonoro teceu críticas à jornalista do Globo Repórter, Glória Maria, por conta de uma reportagem veiculada no programa global na última sexta-feira (1), onde ela aparece experimentando maconha em uma comunidade rastafari na Jamaica.
Em seu perfil no Facebook, Bolsonaro afirma que o Supremo Tribunal Federal (STF) vai interpelar a jornalista devido ao vídeo. "A repórter Glória Maria, pela figura pública que é, estimulará milhões de pessoas a usarem maconha. Tenho certeza que o STF a processará por apologia às drogas", disse.

França goleia Islândia e vai à semifinal da Eurocopa

A França aproveitou as falhas defensivas da Islândia e goleou em 5 a 2, garantindo uma vaga na semifinal da Eurocopa, neste domingo (3).
A França demorou poucos minutos para aniquilar o sonho nórdico, resolvendo o jogo no primeiro tempo: Giroud, aos 12, Pogba, aos 20, Payet, aos 40, e Griezmann, aos 42, abriram 4 a 0 antes do intervalo.
No segundo tempo, Sigthórsson chegou a diminuir, aos 11, mas Giroud voltou a marcar, aos 13, e o gol de Bjarnason, aos 39, serviu apenas para a torcida que veio da ilha do norte manter a animação até o apito final.

Bruno Reis faz pose de candidato e evidencia que será vice de Neto

O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), já disse reiteradas vezes que ainda não definiu o nome que vai compor com ele a chapa para disputar a eleição deste ano. Entretanto, o mais cotado, deputado estadual Bruno Reis (PMDB), não esconde o sorriso de orelha a orelha quando instado a falar sobre o assunto.
Ele disfarça, reafirma o discurso do demista, mas as ações demonstram que Bruno e Neto já sabem que o peemedebista será o vice e em 2018 deve comandar a cidade, quando o prefeito deverá se afastar para disputar a eleição ao governo do Estado.
No cortejo do 2 de Julho, ao contraio dos outros nomes postos no tabuleiro, Bruno Reis acenou, fez pose, algumas delas, inclusive, é fina sincronia com ACM Neto. Dizem que uma imagem vale mais do que mil palavras, fique com algumas e tire suas conclusões, leitores.

sábado, 2 de julho de 2016

02 de Julho Independência da Bahia


A declaração de independência feita por Dom Pedro I, em sete de setembro de 1822, deu início a uma série de conflitos entre governos e tropas locais ainda fiéis ao governo português e as forças que apoiavam nosso novo imperador. Na Bahia, o fim do domínio lusitano já se fez presente no ano de 1798, ano em que aconteceram as lutas da Conjuração Baiana.

No ano de 1821, as notícias da Revolução do Porto reavivaram as esperanças autonomistas em Salvador. Os grupos favoráveis ao fim da colonização enxergavam na transformação liberal lusitana um importante passo para que o Brasil atingisse sua independência. No entanto, os liberais de Portugal restringiam a onda mudancista ao Estado português, defendendo a reafirmação dos laços coloniais.

As relações entre portugueses e brasileiros começaram a se acirrar, promovendo uma verdadeira cisão entre esses dois grupos presentes em Salvador. Meses antes da independência, grupos políticos se articulavam pró e contra essa mesma questão. No dia 11 de fevereiro de 1822, uma nova junta de governo administrada pelo Brigadeiro Inácio Luís Madeira de Melo deu vazão às disputas, já que o novo governador da cidade se declarava fiel a Portugal.

Utilizando autoritariamente as tropas a seu dispor, Madeira de Melo resolveu inspecionar as infantarias, de maioria brasileira, no intituito de reafirmar sua autoridade. A atitude tomada deu início aos primeiros conflitos, que se iniciaram no dia 19 de fevereiro de 1822, nas proximidades do Forte de São Pedro. Em pouco tempo, as lutas se alastraram para as imediações da cidade de Salvador. Mercês, Praça da Piedade e Campo da Pólvora se tornaram os principais palcos da guerra.

Nessa primeira onda de confrontos, as tropas lusitanas não só enfrentaram militares nativos, bem como invadiram casas e atacaram civis. O mais marcante episódio de desmando ocorreu quando um grupo português invadiu o Convento da Lapa e assassinou a abadessa Sóror Joana Angélica, considerada a primeira mártir do levante baiano. Mesmo com a derrota nativista, a oposição ao governo de Madeira de Melo aumentava.

Durante as festividades ocorridas na procissão de São José, de 21 de março de 1822, grupos nativistas atiraram pedras contra os representantes do poderio português. Além disso, um jornal chamado “Constitucional” pregava oposição sistemática ao pacto colonial e defendia a total soberania política local. Em contrapartida, novas forças subordinadas a Madeira de Melo chegavam a Salvador, instigando a debandada de parte da população local.

Tomando outros centros urbanos do interior, o movimento separatista ganhou força nas vilas de São Francisco e Cachoeira. Ciente destes outros focos de resistência, Madeiro de Melo enviou tropas para Cachoeira. A chegada das tropas incentivou os líderes políticos locais a mobilizarem a população a favor do reconhecimento do príncipe regente Dom Pedro I. Tal medida verificaria qual a postura dos populares em relação às autoridades lusitanas recém-chegadas.

O apoio popular a Dom Pedro I significou uma afronta à autoridade de Madeira de Melo, que mais uma vez respondeu com armas ao desejo da população local. Os brasileiros, inconformados com a violência do governador, proclamaram a formação de uma Junta Conciliatória e de Defesa instituída com o objetivo de lutar contra o poderio lusitano. Os conflitos se iniciaram em Cachoeira, tomaram outras cidades do Recôncavo Baiano e também atingiram a capital Salvador.

As ações dos revoltosos ganharam maior articulação com a criação de um novo governo comandado por Miguel Calmon do Pin e Almeida. Enquanto as forças pró-independência se organizavam pelo interior e na cidade de Salvador, a Corte Portuguesa enviou cerca de 750 soldados sob a lideranaça do general francês Pedro Labatut. As principais lutas se engendraram na região de Pirajá, onde independentes e metropolitanos abriram fogo uns contra os outros.

Devido à eficaz resitência organizada pelos defensores da independência e o apoio das tropas lideradas pelo militar britânico Thomas Cochrane, as tropas fiéis a Portugal acabaram sendo derrotadas em 2 de julho de 1823. O episódio, além de marcar as lutas de independência do Brasil, motivou a criação de um feriado onde se comemora a chamada Independência da Bahia.

Prefeito de Serrinha Cyro apresenta a câmara de vereadores o programa bolsa bebê

                                    Hoje foi entregue à Câmara de Vereadores de #Serrinha o Projeto de Lei nº 09/2026, que cria o Programa B...