segunda-feira, 26 de junho de 2017

SÃO JOÃO DE SERRINHA retoma tradição e pode agregar valores em 2018

No segundo dia do São João de Serrinha mais uma vez a praça Luis Nogueira lotada e bandas se revesando no palco principal. Na praça, vários grupos de forrozeiros com roupas típicas do momento junino e a retomada de uma tradição que estava adormecida há 8 anos. 

 A opinião geral é de que o São João deu certo ainda que a Praça Luis Nogueira tenha ficado pequena para tanta gente com uma infra-estrutura a desejar pois há abrigo, coreto, jardim, tudo junto e misturado. Ainda assim, o São João fica mais em consonância com a cidade, com sua praça principal e isso também é muito bom.

Em 2018, a PMS pode agregar novos valores ao São João com uma feira de artesanato, algo também produtivo da cultura local, desfile de quadrilhas e assim por diante. A quantidade de gente nem sempre é tão importante quanto a qualidade e valoração.

Wallace é o novo zagueiro do Vitória

O zagueiro Wallace, revelado na Toca do Leão, pode ser anunciado a qualquer momento pelo Rubro-Negro. O atleta se apresenta nesta segunda-feira (26), onde fará exames médicos. Ele chega para resolver os problemas da zaga do Leão, bastante questionada pela torcida. 

Estaleiro na Bahia rendeu propina de R$ 252 milhões a esquema

O esquema montado pelos investigados na Lava Jato sobre os contratos do Estaleiro Enseada do Paraguaçu, na Bahia, levou cerca de R$ 252 millhões em propinas. De acordo com denúncia do Ministério Público Federal (MPF), os beneficiários no esquema foram o Partido dos Trabalhadores (PT), por meio do ex-tesoureiro João Vaccari; o diretor de Engenharia e Serviços da Petrobras, Renato de Souza Duque; Pedro José Barusco Filho; Eduardo Costa Vaz Musa; e João Carlos de Medeiros Ferraz.

A informação consta na sentença do juiz federal Sérgio Moro, que condenou o ex-ministro Antônio Palocci nesta segunda-feira (26) a 12 anos e dois meses de prisão.
Segundo o MPF, teria havido acerto de pagamento de propinas pelo grupo Odebrecht em contratos celebrados com a empresa Sete Brasil para fornecimento de sondas para utilização pela Petrobras na exploração do petróleo na camada de pré-sal. Em sua delação premiada, o ex-diretor Pedro Barusco revelou que o esquema criminoso da Petrobras se reproduziu na empresa Sete Brasil, para a qual foi indicado como diretor de operações com a finalidade de conduzir o projeto de construção de sondas de perfuração de águas profundas para exploração do petróleo na área do pré-sal.
"A Sete Brasil ganhou a licitação e negociou vinte e um contratos de afretamento dessas sondas com vários estaleiros, sendo seis sondas negociadas com o Estaleiro Enseada do Paraguaçu, do qual fazia parte o grupo Odebrecht, pelo valor de R$ 28.065.162.950,77. [...] A propina foi fixada em 0,9% sobre o valor dos contratos", diz um trecho da sentença de Moro.

Vitória sai na frente contra do Atlético-PR mas sofre virada com goleada

O Vitória amargou sua 6ª derrota em 10 jogos na tarde deste domingo, 25, pelo Campeonato Brasileiro, desta vez para o Atlético Paranaense, em jogo realizado na Arena da Baixada em Curitiba.
O Leão saiu na frente do marcador com uma bela cobrança de falta do zagueiro Fred que acertou o ângulo esquerdo da trave. O goleiro Wevetson só olhou a bola tocar no travessão e morrer no fundo. O Atlético empatou com Wanderson no fim primeiro tempo e virou o jogo no segundo tempo com gols de Nikão, Ederson e Matheus Rossetto.
Derrota faz acender uma luz de alerta no Barradão
Primeiro tempo
Os times protagonizaram um jogo agitado, o Vitória, mesmo fora de casa, criou mais lances de perigo. Gabriel Xavier e Kieza assustaram antes mesmo dos 10 minutos. E Fred abriu o placar na sequência. Ele cobrou falta com perfeição, e a bola ainda bateu no travessão antes de entrar. A partir daí, o Furacão partiu para o ataque, mas, sem criatividade, sofreu com a bola rolando e apostou nas bolas paradas. E teve sucesso. Nikão cobrou escanteio, Fernando Miguel saiu mal, e Wanderson cabeceou para o fundo das redes – 1 a 1.
Segundo tempo
O Atlético-PR voltou embalado em busca da virada. Aos seis, Nikão soltou a bomba de fora da área e marcou o segundo gol dos mandantes. E, aos 11, Douglas Coutinho cruzou rasteiro, e Ederson só completou. O 3 a 1 abriu espaços para o Furacão contra-atacar e deixou o Vitória nervoso. O time visitante acumulava passes errados e apelava para os chutes de longe, sem direção. O Atlético-PR não diminuiu o ritmo: Ederson chutou na trave, e Douglas Coutinho cabeceou perto. E Matheus Rossetto acertou uma bomba para fechar o placar: 4 a 1.
Com o resultado, o Atlético-PR subiu para o 11° lugar, agora, com 14 pontos. Já o Vitória, com oito pontos, segue na zona de rebaixamento do Brasileirão – é o 18°.
O Atlético-PR, agora, volta as atenções para a Copa do Brasil. Ele enfrenta o Grêmio, às 19h30 de quarta-feira, na Arena do Grêmio, pela partida de ida das quartas de final. O próximo compromisso pelo Brasileirão será contra o Sport, às 16h de domingo, na Ilha do Retiro, pela 11ª rodada. Já o Vitória tem o clássico Bavi pela frente. Ele recebe o rival às 16h de domingo, no Barradão.

Lula lidera, e 2º lugar tem empate de Bolsonaro e Marina, aponta Datafolha

Pesquisa realizada pelo Datafolha sobre intenções de voto para a disputa presidencial de 2018 apontam que o ex-presidente Lula (PT) manteve a liderança, com 29% a 30% das intenções de voto, seguido por Marina Silva (Rede) e Jair Bolsonaro (PSC).
 
O deputado federal registra tendência de alta. Tinha 8% em dezembro de 2016, passou a 14% em abril e agora aparece com 16%, sempre no cenário em que o candidato do PSDB é o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.
 
O tucano, por sua vez, oscilou positivamente em simulações de primeiro e segundo turnos, mas a sua rejeição cresceu para 34%, atrás apenas da de Lula.
 
O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa (sem partido), aparece com 11%, em quarto.
 
Nos cenários testados para eventual segundo turno, Lula ganha de Bolsonaro e dos tucanos Alckmin ou João Doria, prefeito de São Paulo.
 
O petista empata com Marina e com o juiz Sergio Moro (sem partido) na margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
 
Marina vence Bolsonaro, e Ciro Gomes (PDT) empata com Alckmin e com Doria.
 
CENÁRIOS
 
Acusado na Lava Jato de corrupção e organização criminosa, entre outros crimes, o que ele nega, Lula vence em todos os cenários de primeiro turno simulados.
 
Quando disputa com Alckmin, o petista fica com 30%, e o tucano, com 8%, em terceiro. Embolados em segundo aparecem Bolsonaro, com 16%, e Marina, com 15%.
 
O cenário com Doria é similar: Lula, na dianteira, tem 30%, Marina e Bolsonaro, 15% cada um, e o prefeito, 10%.
 
Quando incluído, Joaquim Barbosa fica numericamente na quarta posição, à frente de ambos os tucanos, mas em empate técnico.
 
Em caso de o ex-presidente petista não disputar, o cenário fica mais conturbado.
 
Marina lidera (22%), mas com vantagem mais estreita do segundo colocado, Bolsonaro (16%). Barbosa fica em terceiro (12% ou 13%).
Se a disputa se der apenas entre nomes não citados na Lava Jato, critério que fortaleceu a especulação em torno de Doria, Marina continua em vantagem. Ela lidera (27%), seguida por Bolsonaro (18%), Doria (14%) e Ciro (12%).
 
Considerando-se o cenário com Lula e Alckmin, o petista vai melhor no Nordeste (48%), no Norte (39%), entre eleitores com ensino fundamental (39%) e os mais pobres (39%).
 
Bolsonaro cresce entre homens (22%), jovens de 16 a 24 anos (23%), com ensino médio (21%) e superior (21%) e de renda familiar mensal de cinco a dez salários mínimos (25%). Seu eleitorado é maior no Centro-Oeste (22%).
 
Alckmin amplia vantagem entre os mais ricos (14%), os com 60 anos ou mais (12%) e no Sudeste (12%). Marina se sair melhor no Norte (18%), entre mulheres (18%), jovens de 16 a 24 (18%) e de ensino médio (17%).
 
O instituto não incluiu nas sondagens feitas entre os últimos dias 21 e 23 os nomes de Michel Temer (PMDB) e Aécio Neves (PSDB).
 
REJEIÇÃO E PARTIDOS
 
Conhecido por 99% dos brasileiros, Lula tem a maior rejeição: 46% dizem que não votariam nele de jeito nenhum. O patamar é similar ao aferido em abril (45%).
 
Em segundo, Alckmin, acusado por delatores da Odebrecht de ter usado caixa dois, o que ele nega, teve a rejeição aumentada de 28% para os atuais 34%. Ele é conhecido de 87% do eleitorado.
 
Conhecido por 63%, Bolsonaro, com discurso de ultradireita, é descartado por 30%. Moro, conhecido por 79%, tem rejeição de 22%. E Doria, novato na política eleitoral, é conhecido por 59% e rejeitado por 20%.
 
Em meio à crise política, o PT atingiu sua maior popularidade desde 2015 e tem a preferência de 18% do eleitorado.
 
A legenda foi líder isolada em popularidade de 1999 até junho de 2015, quando empatou tecnicamente com o PSDB. À época, os simpatizantes dos petistas eram 11% e do tucanos, 9%. Em dezembro do mesmo ano, o PT continuava a pontuar 11% e o PSDB chegava a 8%.
 
Depois do impeachment de Dilma Rousseff, a sigla da ex-presidente ainda penava. Em dezembro de 2016, tinha 9%. Voltou a crescer em maio deste ano, quando alcançou 15%.
 
Hoje, empatados em segundo com 5%, estão PSDB e PMDB. Já PSOL, PV e PDT têm 1% cada. A maioria (59%) dos entrevistados, no entanto, não tem preferência por partido.

Após São João, Rui Costa volta a se reunir com líderes da sua base na AL-BA

O governador Rui Costa (PT) deve ser reunir nesta terça-feira (27) com líderes de partidos da sua base aliada na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). De acordo com a coluna Tempo Presente, do jornal A Tarde, na pauta poderá constar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que obriga o governo a transferir emendas a municípios devedores.
O projeto é de autoria do deputado e presidente do Legislativo, Ângelo Coronel (PSD). Na lista de inaptos em meio à crise econômica que se arrasta, muitos municípios estão sem receber repasses de emendas parlamentares.
O impasse tem reflexo negativo entre os deputados, que não conseguem levar sequer uma obra para seus municípios onde foram votados. No cenário geral, os legisladores têm direito, por ano, a R$ 1,3 milhão.
A PEC de Coronel já possui 34 assinaturas de deputados governistas e oposicionistas. 

Gasto com militar inativo é 17 vezes maior que com aposentado comum

Relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) aponta que, em 2016, o Tesouro Nacional gastou com pagamento de aposentadoria a cada militar inativo ou pensionista 17 vezes mais do que gastou com cada beneficiário do Regime Geral da Previdência Social (RGPS), que atende aos trabalhadores do setor privado (INSS), de acordo com reportagem do G1.
 
Militares estão fora do projeto do governo de reforma da Previdência, que muda regras para aposentadoria de trabalhadores do setor privado e funcionários públicos e está em tramitação no Congresso. O Ministério da Defesa e Forças Armadas preparam uma proposta específica de previdência para militares.
 
Documento do TCU, obtido pelo site, aponta que enquanto a despesa com cada beneficiário do RGPS custou no ano passado ao governo R$ 5.130,66, na média, com cada militar inativo ou pensionista de militar foi de R$ 89.925,30, também na média.
 
Uma das razões da diferença é que, no RGPS, a Previdência recebe contribuições tanto de empregados quando de empregadores. O gasto médio do governo de R$ 5.130,66 por ano é motivado pelo fato de que o total dessas contribuições não é suficiente para pagar aposentadorias dos inativos, pensões e demais despesas.
 
No caso dos militares, o Tesouro Nacional é responsável por todas as despesas porque não há o equivalente à contribuição patronal do setor privado.
 
Segundo nota do Ministério da Defesa ao G1, nos demais regimes previdenciários, a contribuição patronal pode chegar a 22%. Dos militares ativos e inativos é cobrada uma contribuição de 7% a 9%, destinada somente ao pagamento de pensões. A aposentadoria de militares da reserva é integralmente paga pelo governo (veja íntegra da nota do ministério ao final desta reportagem).
 
O levantamento do TCU mostra ainda que o Tesouro gastou, na média, R$ 56.893,32 em 2016 com cada beneficiário do RPPS, que atende aos servidores públicos federais. O valor equivale a 11 vezes o que foi gasto com quem recebe pelo RPPS.
 
No RGPS estão incluídos desde aposentados pelo INSS até aqueles que recebem benefícios como auxílio-doença. No total, segundo o TCU, eram 29,1 milhões de beneficiários do RGPS em 2016, dos quais 26,9 milhões de aposentados e pensionistas.
 
Entre os servidores públicos da União, eram 683.560 beneficiários. Entre os militares, 378.870.
 
Leia abaixo a íntegra de nota enviada ao G1 pelo Ministério da Defesa.
 
Inicialmente, é preciso esclarecer que, conforme previsto nos dispositivos constitucionais, os membros das Forças Armadas não estão enquadrados em nenhum regime de previdência. Isso porque o militar não se aposenta, ele ingressa na reserva, mantendo o vínculo com a profissão militar, podendo ser mobilizado a qualquer momento e permanecendo sujeito aos códigos e regulamentos da profissão.
 
Também é importante esclarecer que a contribuição do militar das Forças Armadas não é feita apenas pelos ativos. O militar continua contribuindo mesmo na inatividade, até o seu falecimento, com um percentual mínimo de 7,5% sobre a remuneração bruta (podendo atingir 9% em alguns casos) e que não está sujeita à limitação do teto do RGPS.
 
Além dos 7,5% (ou 9%, em alguns casos) destinados à pensão militar, ainda há o desconto obrigatório de 3,5% para o custeio do sistema de saúde e assistência social, totalizando, no mínimo, 11% de desconto referente à proteção social. Considerando que a contribuição é feita sobre a remuneração bruta, em termos absolutos, o valor descontado dos militares é maior do que nos demais regimes, se adotada a mesma faixa salarial.
 
No que se refere à relação contribuição/benefício per capita ser de 8% contra 38% dos demais regimes, isso se deve ao fato de que, no caso das Forças Armadas, não existe contribuição patronal, que pode chegar a 22% nos demais regimes. Ou seja, o percentual apresentado refere-se apenas às contribuições do militar e não leva em consideração a contribuição total de, no mínimo, 11% (abate-se o valor referente à saúde e assistência social). Portanto, cabe enfatizar que o custo do militar inativo é mais alto justamente porque não conta com contribuição patronal. Caso essa contribuição existisse, com os mesmos critérios aplicados aos demais regimes, a necessidade de financiamento por beneficiário/ano seria drasticamente reduzida, principalmente pelo fato de haver contribuição vitalícia por parte do militar (mesmo na inatividade). É importante destacar ainda que a contribuição patronal está relacionada à existência de regimes previdenciários, o que não se aplica no caso dos militares das Forças Armadas, conforme prevê a Constituição Federal.
 
O Ministério da Defesa e as Forças Armadas têm trabalhado intensamente no sentido de apresentar uma proposta de reestruturação da carreira, que, não só atenda ao esforço do País na redução dos gastos públicos, mas que, também, seja aplicável à estrutura das Forças Armadas, fazendo com que a profissão continue tendo a capacidade de atrair, reter e motivar o profissional militar.
 
Os estudos envolvem, também, a racionalização das Forças Armadas, com redução de efetivos, substituição de militares de carreira por militares temporários – reduzindo os impactos futuros com inativos e pensionistas – e a adequação de estruturas.
 
Não é um trabalho simples, mas os esforços têm sido concentrados para que haja total celeridade e para assegurar que Marinha, Exército e Aeronáutica possam continuar a ter em seus quadros homens e mulheres comprometidos com a proteção do Brasil e de seu povo, como tem sido possível se comprovar por meio da atuação de tropas militares nas mais variadas situações recentes em que o País precisou, e contou com a presença deles, assegurando a ordem e a tranquilidade.

Com maioria democrata no Congresso, Trump afirma que aceitará resultado das eleições nos EUA

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