quinta-feira, 17 de junho de 2021

Sem definições sobre novas mudanças no governo, Rui reúne aliados para diálogo

 

Sem definições sobre novas mudanças no governo, Rui reúne aliados para diálogo
Foto: Reprodução / Camila Souza

Com redução na velocidade das mudanças no governo Rui Costa (PT), aliados do governador devem se reunir antes de novas alterações. Entre as mudanças pendentes, a saída de Andrea Mendonça da Junta Comercial do Estado da Bahia (Juceb), ainda sob o comando do já alijado PDT (veja aqui), e as trocas nas Secretarias de Desenvolvimento Rural (SDR) e na Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) seguem em análise.

 

Ao Bahia Notícias, integrantes do governo comentaram que o debate sobre alterações segue ocorrendo, porém, "ainda sem previsão" para ter uma definição. A ideia seria, apesar da "agenda muito pesada" de Rui, dialogar com a base do governo para discutir as possíveis alterações na composição do secretariado. Uma reunião entre o governador Rui Costa e interlocutores ocorreu desta quarta-feira (16). 

 

A mudança mais próxima parece ser a da presidência da Juceb, onde permanece Andrea Mendonça, irmã do deputado federal e presidente do PDT, Félix Mendonça. Interlocutores ligados ao partido revelam que nenhum sinal de desligamento de Andrea foi dado, apesar do desligamento da legenda no governo (relembre aqui). 

 

Outra mudança que foi ventilada foi os reajustes para que algum deputado federal pelo PT siga comandando uma pasta: a de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) e a de Desenvolvimento Rural (SDR) (veja aqui e aqui). As mudanças podem levar Joseildo Ramos à SJDHDS no lugar de Carlos Martins, que já vem sendo cotado para sair da pasta. Atualmente, Joseildo ocupa o lugar deixado na Câmara por Josias Gomes, titular da SDR, que voltaria a ocupar a cadeira no Legislativo. Desta forma, o partido seguiria com a mesma cota de deputados federais no secretariado de Rui - o outro é Nelson Pellegrino, no Desenvolvimento Urbano (Sedur).

 

O BN apurou que, na última terça (15), o secretário de Relações Institucionais (Serin), Luiz Caetano, se reuniu com os deputados estaduais Rosembert Pinto (PT), representante do grupo CNB, e Osni Cardoso, do Reencantar, tendências internas a que pertencem Josias e Joseildo, respectivamente.

 

O objetivo primordial da troca de cadeiras entre petistas na Câmara é manter o deputado federal Paulo Magalhães (PSD) com a cadeira no Legislativo federal.

Alesson rescinde com o Bahia e acerta com o Vila Nova

 

Alesson rescinde com o Bahia e acerta com o Vila Nova
Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / EC Bahia

O atacante Alesson está de saída do Bahia. Nos últimos dias, o jogador acertou com o Vila Nova para disputar a Série B do Campeonato Brasileiro. A informação foi divulgada na madrugada desta quinta-feira (17) por Leandro Bittar, vice-presidente de administração do clube goiano.

 

Alesson chegou ao Bahia no começo de 2020, inicialmente para compor o time de transição. Na sequência, o atleta ganhou espaço no time principal sob o comando do técnico Dado Cavalcanti. Ele disputou 45 partidas e marcou cinco gols.

 

Com 22 anos de idade, o jogador foi revelado pelo Paraná Clube. Na base, o atleta passou por clubes como Cruzeiro, Ponte Preta e PSTC-PR.

Brasil receberá 7 milhões de doses da vacina da Pfizer em julho

 

Brasil receberá 7 milhões de doses da vacina da Pfizer em julho
Foto: Reprodução / DW

O Brasil receberá 15 milhões de doses da vacina da Pfzier/BioNTech contra a Covid-19 até o final de julho. Segundo o Ministério da Saúde, o número representa acréscimo de sete milhões de doses em relação à previsão inicial, de oito milhões.

 

De acordo com a pasta, a alteração atende pedido do órgão junto à farmacêutica para adiantar o envio de remessas previstas no cronograma ao Brasil.

 

O Ministério da Saúde anunciou a chegada de 2,4 milhões de doses da Pfizer/BioNTech nesta semana (leia mais aqui).. As entregas começaram na quarta e vão até esta quinta-feira (17). Com essa remessa, o total de doses do consórcio enviadas ao Brasil chegará a 10,6 milhões.

Maioria dos pacientes com quadro grave de Covid-19 apresenta sintomas prolongados

 

Maioria dos pacientes com quadro grave de Covid-19 apresenta sintomas prolongados
Foto: Paula Fróes / GOVBA

Um estudo aponta que a maioria dos pacientes que sobrevivem à forma grave da Covid-19 tendem a apresentar sintomas prolongados ou sequelas da doença. A condição tem sido chamada de Covid longa ou subaguda e foi apresentada em Webinário pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).


"Há mais de um ano sofremos as consequências da pandemia de COVID-19 e, com o tempo, fomos percebendo que, para além de problemas relacionados à transmissão, infecção e mortes, a COVID-19 pode trazer também consequências de longo prazo para pacientes. Como essas implicações ainda não estão completamente entendidas pelos cientistas, é muito importante estimular a troca de conhecimento e de experiências entre pesquisadores de todo o mundo", disse Luiz Eugênio Mello, diretor científico da FAPESP, durante apresentação no início do mês.

 

Na ocasião, cientistas brasileiros e dos Estados Unidos apresentaram os primeiros resultados de estudos que estão sendo desenvolvidos sobre o impactado pronlogado da doença.

 

Segundo os dados, no Brasil, 882 pacientes que estiveram internados no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FM-USP) estão sendo monitorados para aspectos pós-Covid. Os participantes tiveram a forma grave da doença e dois terços foram atendidos em Unidade de Tratamento Intensiva (UTI).

 

Os pesquisadores apontam que ocorrência de sintomas após a alta hospitalar é elevada. Do total, 89,3% apresentaram sintomas persistentes, como cansaço, dores pelo corpo e dispneia. Além disso, 58,7% relataram pelo menos um sintoma emocional ou cognitivo, como perda de memória (42%), insônia (33%), concentração prejudicada (31%), ansiedade (28%) e depressão (22%).

 

“Esses sintomas estão todos inter-relacionados. Em outras palavras, o que verificamos é que uma pessoa que reclama de perda de memória também relata insônia, ansiedade e depressão. É importante destacar que esses resultados foram ajustados em relação aos sintomas apresentados antes de as pessoas terem COVID-19”, afirma Geraldo Busatto, coordenador do Laboratório de Neuroimagem de Psiquiatria do HC-FM-USP e coordenador do estudo.

 

Ele também ressalta que os participantes do estudos apresentaram um resultado pior ao realizar tarefas cognitivas, especialmente na faixa etária entre 60 e 75 anos.


QUALIDADE DE VIDA
Segundo a FAPESP, outro estudo está em andamento no país e envolve mais de 55 centros de pesquisa. O objetivo é investigar as consequências de longo prazo na qualidade de vida de cerca de mil pessoas adultas que foram hospitalizadas.

 

“Os dados preliminares mostram que seis meses após a alta hospitalar a mortalidade é alta (6,9%), e a re-hospitalização, comum (16%). Entre os pacientes que fizeram uso de ventilação mecânica, esses dados são maiores: 24% morreram seis meses depois da alta hospitalar, contra 2% dos que não precisaram de ventilação mecânica. Em relação à re-hospitalização, ela foi de 40% contra 10% em relação à ventilação mecânica. São diferenças estatísticas significativas, mesmo após o ajuste de covariantes como idade e comorbidades", disse Regis Goulart Rosa, médico intensivista do Hospital Moinho de Vento em Porto Alegre (RS) e um dos coordenadores do estudo.

quarta-feira, 16 de junho de 2021

Covid: 'Bronze' na aplicação, SSA é 3ª capital que menos recebeu doses proporcionalmente

 

Covid: 'Bronze' na aplicação, SSA é 3ª capital que menos recebeu doses proporcionalmente
Foto: Rodrigo Nunes / MS

Salvador é a terceira capital de estado que menos recebeu doses da vacina contra a Covid-19 proporcionalmente para a população. Apesar da cidade estar entre as três que mais aplicam o imunizante, ao observar o número total de doses já recebidas desde janeiro, e considerar a população da cidade com mais de 18 anos e apta a ser imunizada, a capital baiana fica no fim da lista. A situação de Salvador é melhor apenas que Maceió (AL) e Palmas (TO).

 

Esse cenário considera todas as doses já recebidas pela capital, sem distinguir 1ª e 2ª dose.

 

Um levantamento feito pelo Bahia Notícias com base em dados da distribuição de doses para as capitais até esta terça-feira (15) identificou que, se Salvador fosse aplicar todas as vacinas que já recebeu apenas como primeira dose, poderia vacinar 68% da população acima de 18 anos.

 

Numa situação completamente diferente e na outra ponta dessa lista está Vitória, capital do Espírito Santo. O número total de doses já enviadas à cidade pelo Plano Nacional de Imunização (PNI) equivale a 114% da população apta à vacinação contra a Covid-19. Ou seja, caso as vacinas exigissem apenas uma dose, Vitória já poderia ter concluído a vacinação de toda sua população e sobrariam doses, enquanto a capital baiana não chegaria a 70%.

 

Imagem: Priscila Melo/Bahia Notícias

 

O levantamento pode explicar, inclusive, a "batalha" das cidades para tentar antecipar faixas etárias menores. A "briga" começou após São Luís (MA) anunciar que iniciaria esta semana a vacinação de jovens entre 24 e 29 anos. Segundo os dados do Ministério, porém, se fossem aplicadas apenas primeiras doses, na capital do Maranhão 98% do público alvo estaria protegido - 30% a mais que a cidade baiana.

 

Os dados apontam ainda outro dado preocupante: Florianópolis (SC) é a capital que menos aplicou as vacinas que recebeu. A imunização não chega a 50% - o que indica que metade das doses enviadas para lá ainda está guardada nas caixas. Ainda assim, a cidade recebeu vacinas equivalentes a 86% da sua população apta, também acima do encaminhado aos soteropolitanos.

 

Maceió, que lidera a lista das capitais que mais aplicaram as vacinas recebidas, teve o segundo pior oferecimento de doses pelo MS: o equivalente a apenas 65% da sua população acima de 18 anos.

 

DE QUEM É A "CULPA"?

Inconformado com a situação, o secretário da Saúde de Salvador, Leo Prates, foi a público reclamar que não está havendo equidade no envio de vacinas contra a Covid-19 para as capitais. O gestor pleiteou num grupo de WhatsApp, com secretários da Saúde de capitais e representantes do Ministério da Saúde (MS), que a pasta mude o critério para envio de remessas e passe a fazer a distribuição proporcional baseada na população. Um dos argumentos usados pelo gestor para defender a mudança é o fato de que 25 capitais já adotaram a vacinação por idade (entenda o caso aqui).

 

O Ministério da Saúde, por sua vez, informou que a distribuição é feita de forma proporcional aos estados, conforme a solicitação dos governos. Sobre a diferença de doses aplicadas em algumas capitais do país, a pasta sinalizou que a distribuição das doses aos municípios cabe aos governos estaduais. Segundo o Ministério, as gestões dos estados têm autonomia para a distribuição de doses e até possibilidade de adoção de critérios próprios.

 

"O cálculo de distribuição de vacinas é baseado na população-alvo da campanha e as doses são enviadas de forma proporcional e igualitária para todos os estados e Distrito Federal. Semanalmente, a pasta coordena reuniões tripartites, entre União, estados e municípios, para definir a estratégia de vacinação e o percentual que deve ser usado como primeira e segunda dose, a partir das entregas feitas pelos laboratórios. Vale ressaltar que a recomendação da pasta é para que os gestores locais do SUS sigam à risca as orientações do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, para completar o esquema vacinal de todos os grupos", diz a pasta em nota enviada ao Bahia Notícias.

 

A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) informou que segue o critério determinado pelo Ministério da Saúde, que é o populacional, de acordo com cada grupo. Além disso, a pasta também considera informações da base de órgãos oficiais, como o IBGE. "Além disso são levados em consideração também dados de campanhas de vacinação anteriores", acrescentou.

De forma amigável, Paulo Vitor rescinde contrato com o Vitória

 

De forma amigável, Paulo Vitor rescinde contrato com o Vitória
Foto: Max Haack/ Ag. Haack/ Bahia Notícias

O volante Paulo Vitor, de 21 anos, não é mais jogador do Vitória. Por meio do Instagram, o atleta anunciou que rescindiu de forma amigável. 

 

Na publicação, o atleta revelou que a decisão foi “muito difícil”. Porém, como não tem tido sequência na equipe, ele buscou a rescisão. Nesta temporada, Paulo Vitor atuou somente em dois jogos. 

 

Cria do Vitória, Paulo Vitor chegou ao Barradão com nove anos de idade. A tendência é que ele seja anunciado por outra agremiação nos próximos dias.

 

Bolsonaro prevê mais 2 ou 3 parcelas de auxílio e novo Bolsa Família de R$ 300

 

Bolsonaro prevê mais 2 ou 3 parcelas de auxílio e novo Bolsa Família de R$ 300
Foto: Priscila Melo/ Bahia Notícias

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (15) que o Ministério da Economia está estudando o pagamento de "mais duas ou três parcelas" do auxílio emergencial após o fim da rodada atual, que termina em julho.
 

"Mais duas ou três parcelas, está faltando só esse 'finalmente' aí, de auxílio emergencial de média de R$ 250. Média", afirmou Bolsonaro em entrevista à SIC TV, afiliada da RecordTV em Rondônia.
 

Na segunda-feira (14), o ministro Paulo Guedes (Economia) havia informado ao jornal Folha de S.Paulo a prorrogação por três meses.
 

De acordo com o ministro, o presidente Jair Bolsonaro baterá o martelo sobre a medida após se informar com o Ministério da Saúde e receber a decisão do Ministério da Cidadania, que é responsável pela gestão do programa.
 

Na última semana, a equipe econômica havia fechado uma proposta para prorrogar o auxílio a informais por dois meses. O custo estimado era de R$ 18 bilhões.
 

Em seguida, Guedes afirmou em videoconferência na terça-feira (8) que a assistência poderia ser renovada por mais dois ou três meses. Agora, porém, o ministro disse que ficou decidido que o prazo será de três meses.
 

A rodada atual do auxílio tem quatro parcelas, que começaram a ser pagas em abril e serão encerradas em julho. Hoje, o valor de cada parcela varia R$ 150 a R$ 375 por mês.
 

A prorrogação do auxílio emergencial é uma das apostas de Bolsonaro para alavancar sua popularidade, que está em queda.
 

Além disso, Bolsonaro confirmou na entrevista desta terça sua intenção de turbinar o Bolsa Família, programa criado na gestão do PT.
 

"Agora, no tocante ao Bolsa Família, tivemos uma inflação durante a pandemia no tocante aos produtos da cesta básica em torno de 14%, você teve item que subiu até 50%, sabemos disso daí", disse o presidente.
 

"E o Bolsa Família, a ideia é dar um aumento de 50% para ele em dezembro. Passaria de, em média, R$ 190 para R$ 300. É isso que está praticamente acertado aqui", afirmou.
 

Segundo Bolsonaro, o programa social contemplaria cerca de 18 milhões de famílias.
 

Na mesma entrevista, Bolsonaro comentou da intenção de, na proposta de reforma tributária, acabar com o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), mas com a criação de uma compensação.
 

O mandatário disse que, fechada a proposta, ela será submetida à população, já que, na véspera de tentar sua reeleição, Bolsonaro tenta se esquivar de medidas impopulares.
 

"O Paulo Guedes tem estudado uma maneira de acabarmos com o IPI. O imposto sobre produtos industrializados é muito alto no Brasil. É geladeira, fogão, bicicleta... Obviamente, com uma compensação do outro lado", afirmou Bolsonaro.
 

"Estamos buscando disso aí e nós pretendemos, se chegarmos à conclusão disso, apresentar a proposta à população e ver qual a reação", disse o presidente.

Prefeito de Serrinha Cyro apresenta a câmara de vereadores o programa bolsa bebê

                                    Hoje foi entregue à Câmara de Vereadores de #Serrinha o Projeto de Lei nº 09/2026, que cria o Programa B...