segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

PCdoB deve ficar com Ministério do Esporte de Lula, diz colunista

                                                                               


O PCdoB deverá retomar o comando do Ministério do Esportes a partir de 2023 no governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com a coluna de Igor Gadelha do portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias. Nos bastidores, aliados do presidente eleito dizem que a tendência é que a pasta seja entregue à sigla, como ocorreu nos outros governos do PT.

 

Quando Lula tomou posse em 2003, seu indicado foi o então deputado Agnelo Queiroz, que, na época, era filiado ao PCdoB. Ele ficou no cargo até 2006. No segundo mandato de Lula, quem assumiu o ministério foi o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP). Ele foi chefe da pasta entre 2006 e 2011.

 

Seu sucessor no cargo foi Aldo Rebelo, que também era filiado ao PCdoB. Rebelo ficou no cargo durante todo o governo Dilma. A expectativa é que Lula anuncie seus ministros após sua diplomação no TSE, que está marcada para o dia 12 de dezembro, em Brasília.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

Brasil tem retrospecto positivo diante de Camarões; relembre último jogo

                                                                                           


A Seleção Brasileira joga nesta sexta-feira (2), às 16h (horário de Brasília), contra Camarões no Lusail Stadium pela terceira rodada da fase de grupos da Copa do Catar. Já classificado, o time canarinho carrega um histórico positivo diante dos africanos.

 

Na história, foram seis partidas disputadas, com cinco vitórias brasileiras e uma derrota, com doze gols pró e dois contra. A última partida entre as equipes aconteceu em 2018.

 

O time verde e amarelo encontrou Camarões em novembro de 2018, em amistoso disputado no MK Stadium, na Inglaterra. Naquela ocasião, o placar foi de 1 a 0, com gol marcado por Richarlison. 

 

Tite escalou a equipe da seguinte forma naquele jogo: Ederson; Danilo, Marquinhos, Pablo e Alex Sandro; Arthur, Allan e Paulinho (Walace); Willian (Douglas Costa), Roberto Firmino (Gabriel Jesus) e Neymar (Richarlison). De todos os escolhidos na ocasião, sete estão no grupo que disputa a Copa.

 

Com seis pontos, o Brasil lidera o Grupo G e quer confirmar a liderança para enfrentar o segundo colocado do Grupo H nas oitavas de final. A comissão técnica vai usar um time alternativo para poupar jogadores e dar minutagem para quem não vem atuando.

Petrobras prevê R$ 405 bi em investimentos em último plano sob Bolsonaro

                                                                              


Em seu último plano estratégico sob o governo Jair Bolsonaro (PL), a Petrobras prevê investimentos de US$ 78 bilhões (R$ 405,6 bilhões) em cinco anos e reforça seu foco na exploração de grandes reservas do pré-sal, deixando de lado negócios como refino ou energias renováveis.
 

O plano, porém, será revisto pelo governo Lula, que quer uma Petrobras mais integrada, com a retomada de investimentos em refinarias e se preparando para a transição energética, e foi divulgado nesta quarta-feira (30) apenas para cumprir formalidade legal.
 

O documento dá continuidade à estratégia adotada pela gestão da Petrobras desde o primeiro presidente sob Bolsonaro, Roberto Castello Branco, que acelerou a venda de ativos da estatal e privilegiou o pagamento de elevados dividendos aos acionistas.
 

O plano, diz a empresa, "demonstra o compromisso da Petrobras de ser uma companhia focada na geração de valor, com capacidade de investir, gerar empregos, pagar tributos e distribuir os seus ganhos para a sociedade e seus acionistas".
 

"A companhia segue a trajetória de ser uma empresa cada vez mais saudável, sólida e resiliente, contribuindo para a geração de energia confiável e eficiente e para um mundo ambientalmente sustentável."
 

O volume de investimentos previstos é 15% superior ao do plano anterior, divulgado no fim de 2021. Além desse valor, a empresa prevê gastar outros US$ 20 bilhões (R$ 140 bilhões) com aluguel de plataformas.
 

Do total de investimentos previstos, 83% seriam destinados a exploração e produção. As áreas de refino e gás e energia, com 12%. Outros 2% seriam gastos em comercialização e logística e 3% com despesas corporativas.
 

O plano prevê aumento de 19% na produção de petróleo e gás entre 2023 e 2027, um dos únicos valores que não deve sofrer grande alteração sob Lula, já que projetos desse tipo demandam anos para entrar em operação.
 

Ao fim do plano, a produção da estatal será de 3,1 milhões de barris de óleo equivalente.
 

Para sustentar os investimentos, a direção da empresa conta com a venda de entre US$ 10 bilhões (R$ 52 bilhões) e US$ 20 bilhões (R$ 104 bilhões) em ativos, outro número que será revisto pela gestão petista, que já anunciou que quer a empresa de volta em setores que hoje estão à venda.
 

A equipe de transição do governo Lula já pediu à direção da Petrobras para suspender processos de venda de ativos que ainda não tenham atingido a fase de impor penalidades por recuo da estatal. Dois deles, em fase adiantada, foram concluídos nesta quarta, segundo a estatal.
 

O primeiro é a venda da refinaria de Manaus ao grupo Atem. O contrato havia sido assinado em agosto de 2021, mas a operação dependia ainda de aprovações por órgãos reguladores. O negócio rende à Petrobras US$ 257,2 milhões (R$ 1,3 bilhão).
 

"Todo o processo levou mais de três anos para ser concluído e seguiu rigorosamente a Sistemática de Desinvestimentos da companhia, tendo sido aprovado em todas as instâncias da governança corporativa da Petrobras", disse a empresa, em nota.
 

O segundo foi a venda de 5% do campo de Búzios, o maior do país, à chinesa Cnooc, que já tinha percentual semelhante do contrato —adquirido no primeiro leilão do pré-sal, realizado em 2013 pelo governo Dilma Rousseff (PT).
 

A operação é decorrente de uma opção de compra exercida por subsidiária da Cnooc em setembro de 2022 e rendeu à estatal R$ 10,3 bilhões. Após a venda, a Petrobras fica com 85% do projeto. Outros 5% são da Cnooc .
 

O coordenador da equipe de transição, Maurício Tolmasquim, disse que a direção da Petrobras foi "colaborativa", mas a reunião terminou sem definição sobre venda de ativos ou sobre a mudança no comando da companhia.
 

Nesta quarta, Tolmasquim disse em evento no Rio de Janeiro que a decisão pela revisão do plano de negócios será tomada pelo novo comando da Petrobras, ainda não indicado pelo presidente Lula. "Eles vão analisar, ver se estão de acordo e, se não estiverem, vão fazer outro plano".

Mesmo com atuação de Lula, PT tem dificuldade para aprovar PEC da Transição por 4 anos

 

                                                                             


                       

Mesmo com a atuação do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao fazer uma série de reuniões com líderes políticos, a ideia de manter a PEC da Transição com vigência de quatro anos, proposta do Partido dos Trabalhadores (PT), tem perdido força. Parlamentares de diversas siglas consideram que o prazo de dois anos é o mais adequado, e os próprios petistas já admitem que a legenda deve ceder à alternativa.

 

Na quarta-feira (30), o presidente eleito encontrou-se com os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Conforme publicou o Metrópoles, Arthur Lira defendeu que a PEC tenha validade de apenas dois anos durante a reunião com Lula.

 

A necessidade de rever o tempo de duração da proposta também foi levantada por Pacheco nos últimos dias. Na terça-feira (29), o senador afirmou que algumas questões sobre o texto ainda precisam ser "amadurecidas".

 

"Especialmente com relação ao prazo de excepcionalização do programa social", completou Pacheco, em menção ao Bolsa Família, programa que a equipe de Lula pretende custear com valores fora do teto de gastos.

MDB, PSD e União Brasil cobram ministérios para aderir à base de Lula

                                                                                    

O plano do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de formar uma base política com MDB, PSD e União Brasil dependerá da negociação de ministérios no novo governo.
 

Logo que Lula assumiu a articulação política, líderes desses partidos cortejados pelo petista passaram a traçar cenários, já com nomes de possíveis indicados, para o espaço que podem ter na Esplanada a partir de janeiro.
 

Aliados de Lula dizem que não há postos suficientes no primeiro escalão para o número de pedidos que têm sido feitos. O presidente eleito ainda irá montar a nova formação de ministérios com base na governabilidade e não há garantia que todos os pleitos dos aliados de centro serão atendidos.
 

A fatura desejada pelo MDB para integrar a base do novo governo é de três ministérios, sendo que um seria o de Simone Tebet. A senadora por Mato Grosso do Sul se alinhou a Lula após ficar na terceira colocação da corrida presidencial.
 

Além do lugar de Simone na Esplanada, o partido presidido por Baleia Rossi (SP) almeja comandar mais uma pasta para a bancada do MDB da Câmara e outra para a do Senado.
 

Apesar de Lula ainda não ter sinalizado ceder esse espaço ao partido, integrantes do MDB dizem que os deputados José Priante (PA) e Isnaldo Bulhões Jr (AL), que é líder da bancada na Casa, são os favoritos para serem indicados numa possível cota da sigla na Câmara.
 

Priante é ligado ao governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), aliado a Lula. O MDB do Pará conseguiu eleger 9 deputados, de um total de 17 no estado. Baleia, que também é deputado, sinalizou a aliados que não se oporia à escolha de um indicado de Helder.
 

No Senado, o líder da bancada, Eduardo Braga (AM), tem planos de retomar a influência sobre o Ministério de Minas e Energia --mas o PT também tem interesse na pasta. Já o senador Renan Calheiros (AL) planeja fazer uma indicação para o ministério de Lula.
 

Caso Calheiros consiga vencer a disputa de poder interna, ex-governador e senador eleito Renan Filho (MDB) é citado como um dos cotados para a indicação da bancada da Casa.
 

Segundo emedebistas, a proximidade de Braga com o governo de Jair Bolsonaro (PL) poderá prejudicar o senador na briga.
 

A pasta de Tebet, que contempla a cúpula do MDB, ainda está em discussão interna no partido. Uma ala da legenda tenta emplacar a senadora para o Ministério de Meio Ambiente --apesar da disputa pela pasta já ter nomes de peso, como a ex-ministra Marina Silva (Rede).
 

Tebet foi nomeada para a equipe de transição de Lula, mas é responsável pela área de assistência social. Ela também é cotada para a pasta do Desenvolvimento Social, que cuidará do novo Bolsa Família.
 

No entanto, a área social é requisitada pelo PT, que não quer abrir mão de um ministério com orçamento voltado para a população mais pobre. Por isso, emedebistas avaliam que Tebet poderia liderar um reposicionamento do partido ao liderar discussões sobre sustentabilidade na pasta do Meio Ambiente.
 

O MDB quer um ministério que dê projeção para projetos políticos futuros de Tebet.
 

O partido terá o mesmo número de deputados que o PSD na nova legislatura. São 42 votos cada bancada. No entanto, a cúpula emedebista diz que, por causa de Tebet e da aliança com a ala lulista no Nordeste, a sigla deveria ter mais espaço no novo governo.
 

Em conversas internas, o PSD aponta que pretende emplacar ao menos dois ministros na Esplanada de Lula. A ideia é que um nome seja indicado pela bancada do partido na Câmara e outro pelos senadores da sigla.
 

A justificativa dos dirigentes da legenda é que a inclusão dos parlamentares nas negociações dos ministérios pode facilitar a relação do futuro governo com o Congresso.
 

Os nomes mais cotados dentro das bancadas atualmente são o deputado Pedro Paulo (PSD-RJ) e o senador Carlos Fávaro (PSD-MT).
 

Pedro Paulo é ligado ao prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), que fez campanha a favor de Lula desde o primeiro turno da eleição presidencial. O partido não sinalizou que pasta o parlamentar poderia comandar.
 

Já Carlos Fávaro, que foi um dos principais apoios políticos ruralistas que declararam apoio a Lula ainda no primeiro turno, aparece na lista de cotados para a Agricultura.
 

Um possível entrave à nomeação do senador é o perfil de sua suplente. Caso Fávaro se licencie para ocupar uma vaga na Esplanada dos Ministérios, quem assume sua cadeira no Congresso é a empresária Margareth Buzetti.
 

Buzetti é filiada ao PP e fez campanha aberta pela reeleição de Bolsonaro em 2022. Ela tem ligação com políticos mato-grossenses e entidades empresariais que também estiveram ao lado do atual mandatário durante a campanha.
 

Uma saída estudada é que Buzetti se filie a um partido que irá integrar a base de Lula. Há a opção do próprio PSD ou da União Brasil.
 

Dirigentes do PSD afirmam ter um acordo para que ela se comporte como uma integrante da base de Lula --mas seu nome provoca reações negativas dentro da equipe de transição.
 

Uma alternativa ao nome de Fávaro seria o também senador Alexandre Silveira (PSD-MG). Ele poderia ocupar outra pasta, ainda a ser negociada, como um sinal de prestígio ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O mandato de Silveira chega ao fim em fevereiro.
 

Mesmo que Fávaro se torne ministro, o PSD também gostaria de ver Silveira em algum cargo de relevo. Uma opção é o comando de uma empresa pública ou de uma autarquia federal com orçamento robusto.
 

Dos três partidos que conversam com Lula, a União Brasil é a que terá a maior bancada na Câmara. Serão 59 deputados a partir de fevereiro.
 

Aliados de Lula dizem que uma parte da União Brasil não deverá aderir ao novo governo petista. Isso, porém, não reduz a importância da negociação com a sigla. As conversas estão sendo feitas com o líder na Câmara, Elmar Nascimento (BA), e o líder no Senado, Davi Alcolumbre (AP).
 

Segundo petistas, há interesse da União Brasil por dois ministérios --um para cada Casa. Além disso, Elmar quer manter a influência na Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba).
 

A estatal é comandada por Marcelo Andrade Moreira Pinto, que foi indicado por Elmar em 2019, ainda na gestão Bolsonaro. Alcolumbre, por sua vez, quer a liderança do governo no Senado e costura apoio para retomar a presidência da Casa em 2025.

segunda-feira, 28 de novembro de 2022

Com PT e PSB engatilhados, Lira encaminha apoio de 16 partidos à sua reeleição

                     

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), caminha para ter uma vitória arrasadora na disputa à reeleição em fevereiro de 2023. O PT deve declarar apoio a Lira nesta semana, junto com o PV e o PCdoB, que fazem parte de sua federação, Brasil da Esperança. Como federação, eles terão de atuar pelos próximos quatro anos como se fossem uma única legenda. Além do partido do presidente eleito Lula, o PSB, do vice Geraldo Alckmin, também deve apoiar a recondução do deputado alagoano. (Foto ilustração: Lira e Lula)

Caso a aliança com a federação encabeçada pelo PT e o PSB seja oficializada, Lira terá o apoio declarado ou sinalizado de 16 partidos, que somam 429 deputados (83% da Câmara). Em tese, o amplo leque garante uma vitória acachapante para Lira, principal distribuidor dos recursos do chamado orçamento secreto.

Já estão com Lira o PP (47 deputados), o União Brasil (59), o Republicanos (41), o PDT (17), o Podemos (12), o PSC (6), o Patriota (4), o Solidariedade (4), o Pros (3) o PTB (1). O PL, com 99 cadeiras, e o PSD, com 42, ainda não formalizaram o apoio ao líder do Centrão, mas a tendência é que também apoiem sua recondução ao cargo.

A aliança do PT com Lira está associada ao apoio do deputado à aprovação da chamada PEC da Transição, que autoriza o governo a gastar com o Auxílio Brasil (Bolsa Família). A decisão deve ser confirmada em reunião da bancada petista e, posteriormente, da federação. Lira prometeu dar celeridade à proposta assim que ela for enviada pelo Senado.

 “Lira tem o compromisso de que o texto que sair do Senado [da PEC da Transição], a Câmara ratificará, votará imediatamente”, disse à CNN Brasil nesse domingo (27) o deputado José Guimarães (PT-CE).

“Começamos a dialogar com ele (Arthur Lira) sobre nossa participação na reeleição dele, tendo em vista os interesses do governo (Lula). Nesta semana podemos fechar essa construção e, evidentemente, anunciar a posição oficial do PT”, completou o deputado, que é vice-presidente do PT. Lula prometeu que não se envolverá na disputa à presidência da Câmara para evitar eventuais problemas políticos no Congresso. Sem alternativa, os petistas consideram inevitável a aproximação com Lira. Do contrário, o futuro governo corre o risco de começar isolado.

O presidente eleito deve estar em Brasília nesta segunda-feira, depois de ter adiado a vinda para a cidade por causa de um procedimento cirúrgico na laringe. Ele tentará destravar as negociações da PEC da Transição. A expectativa é que o senador Marcelo Castro (MDB-PI), feche o texto com integrantes do governo de transição nesta terça-feira (29).

O líder do PSB, Bira do Pindaré (MA), confirmou ao Congresso em Foco que o seu partido tende a apoiar a Lira. “No geral não tem outro nome colocado. Só tem o Arthur. A tendência é que seja ele o nosso candidato. Mas não posso fazer qualquer anúncio porque cabe à bancada se reunir e formalizar isso”, afirmou.

O PSB, que terá 14 deputados na próxima legislatura, ainda não marcou reunião para tratar do assunto. Integrante da federação encabeçada pelo PT, o deputado reeleito Aliel Machado (PV-PR) considera encaminhado o apoio do grupo, que terá de atuar como um único partido pelos próximos quatro anos, a Lira.

“O PV fez indicativo de apoio a Arthur, mesmo que isso não signifique o apoio em bloco, já que o PT tem a maioria na federação e esse encaminhamento depende dos outros partidos”, declarou o deputado ao Congresso em Foco. Para ele, o governo não tem encontro caminho atualmente. “A relação do Arthur com o novo governo não tem como não ser de aproximação, até pela necessidade atual do futuro governo em relação ao Congresso e pela força do Arthur como um todo”, observou.

Além do apoio à PEC da Transição, os petistas também reivindicam de Lira o comando da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a mais poderosa da Casa e pela qual passam obrigatoriamente projetos de lei e propostas de emenda à Constituição.

Lira, no entanto, já vinha negociando a CCJ com o PL. Tradicionalmente as comissões são distribuídas conforme o tamanho da bancada: a primeira escolha cabe ao partido que elegeu mais deputados, ou seja, o PL. A federação liderada pelo PT terá a segunda maior representação e ficaria com a segunda escolha.
O presidente da Câmara estuda a criação de um megabloco partidário em torno de sua candidatura, o que facilitaria a distribuição de cargos, inclusive um eventual revezamento entre os dois partidos na presidência da CCJ durante os seus dois anos de mandato. (Edson Sardinha)

Vendas pela internet são alvos de campanha global neste Natal

                         

Segurança em primeiro lugar, é o nome da campanha global que reúne 21 países, incluindo o Brasil, coordenada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A campanha visa orientar os consumidores para que possam fazer escolhas seguras no momento de suas compras de Natal pela internet. (Foto ilustração)

No Brasil, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), com o apoio do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), fará todo o trabalho de orientação e fiscalização de produtos vendidos por meio on-line.

A campanha se baseia em uma análise realizada em 2021, nos países envolvidos, que identificou venda de produtos irregulares e não adequados ao ambiente de comércio pela internet, sobretudo em marketplaces.

De acordo com a Senacon, o resultado da varredura feita no território nacional acendeu um sinal de alerta, pois brinquedos banidos por oferecer riscos permaneciam sendo comercializados.

De 2017 a 2019, brinquedos e jogos estavam entre os três principais grupos de produtos recolhidos em todo o mundo.

No caso dos brinquedos, o consumidor deve verificar a presença de faixa etária indicada, apropriada para a idade da criança e a presença da certificação.

Em relação aos eletrodomésticos devem ser verificados:

Selo de segurança: 183 tipos de eletrodomésticos possuem o selo do Inmetro, atestando que foram avaliados quanto à segurança. Isso inclui: aspiradores de pó, máquinas de cortar cabelo, lava-louças, batedeiras e processadores de alimentos, que são produtos que tiveram expressivo crescimento de vendas durante o isolamento social, entre outros.

Etiqueta de eficiência energética: entre esses eletrodomésticos, alguns também devem apresentar a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia, informando sobre a eficiência energética e o consumo de energia. Ex.: geladeiras, televisores, etc.

Selo Ruído: os aparelhos que fazem mais barulho (liquidificadores e secadores, por exemplo) devem ter esse selo na embalagem, informando a potência sonora em decibéis e classificando os aparelhos de 1 (mais silencioso) a 5 (menos silencioso). (Aécio Amado)

Com maioria democrata no Congresso, Trump afirma que aceitará resultado das eleições nos EUA

                                                                   O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que aceitará o re...